Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II,
dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das
comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez
colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos,
endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia
femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso,
submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com
uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária
para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação
intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para
300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves
regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que
também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de
claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do
membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu
treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais
também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps
esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços,
edema ou nictúria.
Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:
✂️ a) doença cística de artérias poplíteas; ✂️ b) estenose de artérias subclávias; ✂️ c) comunicações interatriais ou interventriculares; ✂️ d) qualidade atual das pontes coronarianas; ✂️ e) otimização do tratamento clínico.