David Castilho
EQUIPE
17/10/2026 • 05:01
Essa questão aborda a inclusão escolar de uma criança surda, um tema muito importante e atual no contexto da educação especial. O foco aqui é entender como deve ser o início do processo educacional para essa criança que tem surdez bilateral profunda e não adquiriu Libras como primeira língua, além de ser filha de pais ouvintes.
Primeiro, é importante destacar que a legislação brasileira (como a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva) prevê que as crianças com deficiência devem ter acesso ao ensino regular com os devidos recursos e adaptações, além do Atendimento Educacional Especializado (AEE) que complementa a escolarização.
No caso das crianças surdas, o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é fundamental, pois é a língua natural das pessoas surdas. Porém, para um aluno surdo que não adquiriu Libras como primeira língua, a escola deve garantir um processo de alfabetização adequado, com o uso do PEI (Plano Educacional Individualizado), e o AEE é o espaço onde o aprendizado de Libras e as adaptações necessárias se iniciam, com profissionais habilitados.
Analisando as alternativas:
a) Indicar apenas o encaminhamento para uma escola referência não é o correto, pois o ideal é a inclusão no ensino regular com o respaldo do AEE.
b) Elaborar o PEI para alfabetização e encaminhar para o AEE para o aprendizado de Libras. Essa opção contempla o planejamento individualizado e o AEE para aprendizagem de Libras, o que está adequado.
c) Elaborar o PEI e iniciar a alfabetização com professor de Libras presumo na escola. Aqui falta o AEE, e o professor de Libras pode não ser o ideal para alfabetização inicial nesse caso.
d) Encaminhar para AEE para iniciar alfabetização, mas não menciona o PEI, que deve ser um documento básico para acompanhar o processo educacional.
Portanto, a resposta mais completa e correta é a letra b, pois envolve a elaboração do PEI e o encaminhamento para o AEE, que é o local adequado para aprender Libras e apoiar a alfabetização da criança surda.
Gabarito: b
Primeiro, é importante destacar que a legislação brasileira (como a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva) prevê que as crianças com deficiência devem ter acesso ao ensino regular com os devidos recursos e adaptações, além do Atendimento Educacional Especializado (AEE) que complementa a escolarização.
No caso das crianças surdas, o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é fundamental, pois é a língua natural das pessoas surdas. Porém, para um aluno surdo que não adquiriu Libras como primeira língua, a escola deve garantir um processo de alfabetização adequado, com o uso do PEI (Plano Educacional Individualizado), e o AEE é o espaço onde o aprendizado de Libras e as adaptações necessárias se iniciam, com profissionais habilitados.
Analisando as alternativas:
a) Indicar apenas o encaminhamento para uma escola referência não é o correto, pois o ideal é a inclusão no ensino regular com o respaldo do AEE.
b) Elaborar o PEI para alfabetização e encaminhar para o AEE para o aprendizado de Libras. Essa opção contempla o planejamento individualizado e o AEE para aprendizagem de Libras, o que está adequado.
c) Elaborar o PEI e iniciar a alfabetização com professor de Libras presumo na escola. Aqui falta o AEE, e o professor de Libras pode não ser o ideal para alfabetização inicial nesse caso.
d) Encaminhar para AEE para iniciar alfabetização, mas não menciona o PEI, que deve ser um documento básico para acompanhar o processo educacional.
Portanto, a resposta mais completa e correta é a letra b, pois envolve a elaboração do PEI e o encaminhamento para o AEE, que é o local adequado para aprender Libras e apoiar a alfabetização da criança surda.
Gabarito: b