A autora Lopes (2007)5 adverte que não existe apenas uma única forma de ser surdo, ela afirma:
Não existe uma única forma de ser surdo e não há uma essência acima de qualquer atravessamento cultural. há sim, representações, códigos, sentimentos compartilhados por um grupo de pessoas, todos forjados nas experiências vivenciadas por sujeitos surdos diferentes e em espaços distintos. Experiências que nos tocam e deixam marcas em nossas formas de ser e de nos ver diante do outro que não somos. Marcas que ultrapassam o corpo e conformam as subjetividades. (LOPES, 2007, p. 88)
A partir desta afirmação é INCORRETO afirmar: