Uma mulher de 42 anos com histórico de episódios de
infecções bacterianas graves é submetida a uma avaliação
imunológica detalhada. Os exames laboratoriais indicam
baixos níveis séricos de imunoglobulina G (IgG) e ausência
de resposta vacinal a antígenos bacterianos. Com base
nesse quadro, qual é a principal função da imunoglobulina
G (IgG) no sistema imunológico?
✂️ A) A imunoglobulina G é responsável por neutralizar toxinas e
vírus, além de participar da opsonização de patógenos,
permitindo sua fagocitose por macrófagos e neutrófilos. A
ausência de IgG aumenta o risco de infecções bacterianas
graves.
✂️ B) A imunoglobulina G atua principalmente no trato mucoso,
sendo o principal anticorpo presente em secreções como saliva
e lágrimas. Sua redução está diretamente associada a
infecções respiratórias e gastrintestinais.
✂️ C) A IgG tem como principal função ativar diretamente células
T citotóxicas, promovendo a destruição de células infectadas
por vírus. Esse mecanismo é o mais importante na resposta
contra infecções virais.
✂️ D) A imunoglobulina G é responsável pela liberação de
histamina e outros mediadores químicos durante reações
alérgicas, o que explica sintomas como urticária e angioedema
em pacientes com níveis elevados desse anticorpo.
✂️ E) A principal função da IgG é impedir a maturação de células
B e T durante a resposta imune adaptativa, limitando a ativação
excessiva do sistema imunológico. Sua ausência levaria a um
estado de autoimunidade.
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Maria é uma paciente de 38 anos, do sexo feminino,
apresenta quadro de febre, dor nas articulações e erupção
cutânea. Ela relata também cansaço extremo e dor nas
articulações das mãos. O médico solicita exames
laboratoriais e de imagem. Qual é o teste sorológico mais
indicado para investigar doenças autoimunes,
considerando o quadro clínico?
✂️ A) A dosagem de creatinina é útil para avaliar a função renal,
mas não é indicada para investigar doenças autoimunes, como
lúpus eritematoso sistêmico.
✂️ B) A microscopia de sangue periférico pode identificar alguns
padrões, mas não é suficiente para diagnosticar doenças
autoimunes com certeza, como o lúpus.
✂️ C) A cultura de sangue é importante para infecções
bacterianas, mas não é utilizada no diagnóstico de doenças
autoimunes.
✂️ D) O exame de urina tipo 1 não fornece informações sobre
doenças autoimunes e é mais utilizado para avaliar o sistema
renal.
✂️ E) A pesquisa de anticorpos antinucleares (ANA) é o teste de
primeira linha para diagnóstico de doenças autoimunes, como
o lúpus, e é altamente sensível para essas condições.
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Tiago é um paciente de 45 anos, do sexo masculino,
apresenta dor abdominal recorrente, perda de peso e febre.
O médico suspeita de doença inflamatória intestinal (DII) e
solicita exames de fezes. Qual análise laboratorial seria
mais indicada para o diagnóstico de DII?
✂️ A) A pesquisa de sangue oculto nas fezes pode ser útil, mas
não é a principal análise para o diagnóstico de DII, que requer
outros métodos mais específicos.
✂️ B) O exame parasitológico de fezes é útil para identificar
protozoários e helmintos, mas não serve para diagnosticar
doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn ou
colite ulcerativa.
✂️ C) O exame sorológico para anticorpos contra protozoários
pode ser útil, mas o exame parasitológico de fezes oferece um
diagnóstico mais direto e confiável para infecções intestinais.
✂️ D) A pesquisa de anticorpos específicos, como p-ANCA e
ASCA, é fundamental para diferenciar os tipos de DII e
confirmar o diagnóstico de doenças como a doença de Crohn e
a colite ulcerativa.
✂️ E) O exame de urina tipo 1 não tem relação com o diagnóstico
de DII, pois esse exame é utilizado para avaliar o sistema
urinário e não o gastrointestinal.
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