É hora de encarar a maturidade e a política Hoje, passado o tempo para retirada dos títulos de eleitores, os
jovens são um grande filão que pode usufruir desse direito
constitucional. Eles querem independência e autonomia. É nítido ver que
os jovens querem, e muito, fazer desse direito de votar uma
conscientização para que a política seja um bem viável na vida de
qualquer cidadão. Basta ver as campanhas — como, por exemplo, Se
liga 16! Em 2006 faça seu Título de Eleitor! — que visam à
participação mais ativa da juventude na política, por meio de grêmios
estudantis, centros acadêmicos, associações, movimentos sociais e na
filiação aos partidos.
Já em 1989, de acordo com índices do Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), milhares de jovens se alistaram para votar nas eleições
presidenciais. Em termos proporcionais, as eleições daquele ano foram
as que tiveram o maior número de eleitores abaixo de 18 anos de idade.
Depois, houve uma queda e, a partir de 2002, esse número voltou a
crescer. No entanto, o jovem, hoje, precisa de mais do que campanhas,
ele precisa amadurecer a idéia de que a crise por que passa o país só vai
melhorar se ele se posicionar frente a ela. Para isso, é preciso até superar
o desestímulo da própria família e ser exemplo para outros jovens. Internet: <www.educacaopublica.rj.gov.br> (com adaptações). Assinale a opção correta acerca das idéias do texto.
✂️ a) No primeiro parágrafo do texto, afirma-se que os jovens são um
grande filão para a manipulação política dos candidatos. ✂️ b) Segundo o texto, a participação da juventude na política estudantil,
por meio de grêmios, centros acadêmicos e associações, sempre foi
tímida. ✂️ c) O segundo parágrafo do texto mostra que o Brasil enfrenta uma crise
para cuja solução a participação política juvenil é importante. ✂️ d) De acordo com o texto, o número de eleitores com idade entre 16
anos e 18 anos vem decrescendo desde 1989. ✂️ e) Todo o texto defende a independência e a autonomia de posição
partidária na hora de o jovem votar.