“A partir dos anos de 1990, o indivíduo passou a ser considerado o ativo mais valioso de uma organização. Atualmente, é forte a corrente que defende que o verdadeiro e mais importante ativo de uma organização é outro. A forma de gerir esse novo capital, tão essencial à organização, delineia a sua vitalidade e a torna objeto de desejo de clientes. Portanto, é primordial que esse novo capital seja adquirido de forma ágil e eficaz para prover aos executivos os alicerces para a tomada de decisões. Outrossim, a reunião de diversos recursos usados para extrair, transformar e analisar grandes volumes de dados, produzindo conhecimento capaz de auxiliar a empresa a tomar decisões de negócio com mais garantia de sucesso, é uma tecnologia de suma importância nessa nova forma de pensar a organização.”

É possível inferir que as informações anteriores se referem a: