Ao situar a Política Social no Brasil contemporâneo, entre a inovação e o conservadorismo, Bhering e Boschetti
(2006) afirmam que a Assistência Social é a política que
mais vem sofrendo para se materializar e para superar
algumas características históricas, tais como redução e
residualidade na abrangência, reforço do caráter filantrópico, programas de caráter compensatório, entre outras.
Para as autoras, embora o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) represente um avanço, como sistema
descentralizado e participativo, há um retorno à família
e às organizações sem fins lucrativos, em substituição à
política pública, apontando como uma das justificativas
a forte influência na concepção do SUAS da perspectiva