Leia:
Mamãe vestida de rendas/ Tocava piano no caos/ Uma noite abriu as asas/ cansada de tanto som,/ Equilibrou-se no azul,/ De tonta não mais olhou/ Para mim, para ninguém!/ Cai no álbum de retratos. (Murilo Mendes)
Toda a linguagem poética dos versos acima retrata um fato posto em relevo pela seguinte figura de linguagem: