Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras
– alguns dos mais necessitados de mão de obra –
tornaram-se interessados em promover a imigração e em
substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram
ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as
pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros
das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores
de que necessitavam.
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
O excerto alude à
(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)
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