Durante seu plantão em uma Unidade de Terapia Intensiva, uma psicóloga hospitalar é acionada para atender
a família de um paciente em estado grave, intubado e
sem previsão de melhora. A equipe médica já comunicou
à família o prognóstico reservado. A esposa do paciente
manifesta sentimentos de culpa, raiva e medo, e solicita
“respostas mais concretas” sobre a evolução clínica do
marido.
Com base na obra de B. W. Romano (2001), essa situação exige do psicólogo