O fazer (ou melhor, o saber fazer) difere de outras capacidades humanas como a de contemplar a realidade (literal ou mentalmente), agir (no sentido de adotar decisões responsáveis), experimentar sentimentos (que chegam a ser muito sofisticados, como o fascínio por uma obra de arte) e expressar-se (sobretudo, manifestar a própria identidade, as próprias ideias, os próprios anseios) mediante uma linguagem articulada, particularmente a enunciativa.

(Cupani, 2004. Adaptado)

Segundo Alberto Cupani, a compreensão da dimensão técnica da vida humana