Em Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de
Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins afirmam
que “Na Grécia Antiga não havia a ideia de artista no
sentido que hoje empregamos, uma vez que a arte estava integrada à vida. As obras de arte dessa época eram
utensílios (vasos, ânforas, copos), edificações (templos)
ou instrumentos educacionais. O artífice que os produzia era considerado um trabalhador manual, do mesmo
nível do agricultor ou do ferramenteiro. Ele era um artesão, tinha domínio da tekhné, numa sociedade que considerava o trabalho manual indigno”. Aranha e Martins
destacam uma voz que ecoava o coro dessa sociedade:
“Platão (…) recusa-se a dar valor autônomo ao que
chamamos de arte”.
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de