Embora recebam críticas, os investigadores estadunidenses vêm trabalhando a bioética a partir exclusivamente dos quatro princípios tradicionais: autonomia,
beneficência, não maleficência e justiça. A teoria principialista tomou como fundamento esses quatro princípios
básicos, os quais seriam uma espécie de “mantra”, um
instrumento acessível e prático para análise dos conflitos surgidos no campo bioético. Como esse contexto foi
produzido a partir da visão anglo-saxônica do mundo,
o tema da autonomia foi maximizado hierarquicamente
com relação aos outros três, tornando-se uma espécie
de superprincípio.
(Garrafa, 2005. Adaptado)
Segundo o autor, a prioridade atribuída ao princípio bioético da autonomia é contestável porque
(Garrafa, 2005. Adaptado)
Segundo o autor, a prioridade atribuída ao princípio bioético da autonomia é contestável porque