“Já em 1978, Ana Mae Barbosa apontava para
a divisão entre o trabalho manual e o intelectual
instaurada no país desde os primórdios da
colonização como uma das causas do status
secundário (às vezes inexistente) das artes no
currículo escolar brasileiro. As artes,
frequentemente associadas ao trabalho manual,
foram também associadas à condição de
"escravos". Não é de se admirar, portanto, que
uma arte como a dança, que trabalha direta e
primordialmente com o corpo, tenha sido
durante séculos "presa nos porões e escondida
nas senzalas": foi banida do convívio de outras
disciplinas na escola (...)”
MARQUES, Isabela A. , Dançando na Escola. São Paulo, Cortez Editora, 2003.
Sob a perspectiva da autora, assinale a alternativa CORRETA sobre a Dança na escola:
MARQUES, Isabela A. , Dançando na Escola. São Paulo, Cortez Editora, 2003.
Sob a perspectiva da autora, assinale a alternativa CORRETA sobre a Dança na escola: