“(...) Ao pensarmos em uma educação crítica na área de dança, que nos permita ver/sentir/perceber "claro, amplo e profundo" (Rios, 1985), não podemos deixar de cuidadosamente analisar suas múltiplas relações com a sociedade em que vivemos. Ao contrário de uma visão histórica ingênua de que a dança não passa de "uns passinhos a mais ou a menos nas vidas das pessoas", hoje não podemos mais ignorar o papel social, cultural e político do corpo em nossa sociedade e, portanto, da dança (...)”.
Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que: