Acorreta conduta dietoterápica no controle da Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em adultos é fundamental para a prevenção de agravos
da doença e manutenção da qualidade de vida do paciente. Considerando os princípios da fisiopatologia e diretrizes dietoterápicas para
adultos com DM2, é CORRETO afirmar que:
✂️ A) uma abordagem nutricional eficaz na dietoterapia do adulto com DM2 é baseada na formulação de um plano alimentar
individualizado, com distribuição equilibrada de carboidrato ao longo do dia e controle do índice glicêmico dos alimentos,
havendo estímulo à perda de peso quando necessário.
✂️ B) a conduta dietoterápica mais eficaz para o controle glicêmico de paciente adulto com DM2 é a restrição absoluta de carboidratos.
✂️ C) a sensibilidade à insulina pode ser melhorada com a utilização de uma dieta rica em proteínas animais, sendo esta conduta a mais
recomendada para pacientes adultos com Dm2.
✂️ D) a melhor conduta dietoterápica para pacientes adultos com DM2 é planejada com o controle apenas de carboidratos, sendo o
consumo de gorduras saturadas, como as presentes em carnes processadas e laticínios integrais, permitido sem restrições.
✂️ E) o plano alimentar para controle da DM2 em um paciente adulto visa apenas ao controle da glicemia, sem necessidade de abordar
outros fatores de risco, como dislipidemia e hipertensão.
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O manejo nutricional em oncologia deve ser
compreendido na confluência entre hipermetabolismo
tumoral, resistência anabólica, inflamação crônica e
impacto terapêutico das dietas. Autores como Fearon et
al. (2012) e Arends et al. (ESPEN, 2021) argumentam
que a intervenção dietética não pode ser interpretada
isoladamente de processos metabólicos adaptativos. À
luz dessas evidências, qual proposição expressa de
forma mais consistente a lógica da nutrição clínica em
pacientes oncológicos?
✂️ A) A imunonutrição com glutamina e arginina é
objeto de debate, havendo registros de
benefício em determinadas condições, mas
também estudos que questionam sua
segurança em protocolos de quimio ou
radioterapia intensiva.
✂️ B) A reposição energética em pacientes
caquéticos tende a melhorar parâmetros
clínicos, mas sua eficácia isolada encontra
limites frente à resistência anabólica e à
mediação inflamatória sistêmica.
✂️ C) A distribuição de macronutrientes apresenta
relevância variável conforme estágio tumoral,
podendo influenciar vias metabólicas de
glicólise e lipólise, ainda que não configure
consenso em protocolos clínicos universais.
✂️ D) A relação entre hiperinsulinemia e progressão
tumoral permanece controversa, com
evidências de associação em alguns cenários,
mas sem reconhecimento unânime como alvo
terapêutico nutricional prioritário.
✂️ E) A utilização de ácidos graxos n-3,
particularmente EPA e DHA, tem sido
associada à atenuação da inflamação e à
preservação parcial da massa magra,
sobretudo quando integrada a estratégias
proteicas e energéticas adequadas.
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Uma criança com diagnóstico de doença celíaca
começou a frequentar a escola e passou a realizar as
refeições no ambiente escolar. A nutricionista foi acionada
para garantir a segurança alimentar da criança. Qual das
alternativas a seguir representa a conduta correta a ser
adotada?
✂️ A) Oferecer alimentos com baixo teor de glúten, já que
pequenas quantidades são toleráveis.
✂️ B) Preparar a refeição da criança na mesma bancada dos
demais alunos, evitando desperdício.
✂️ C) Utilizar o mesmo utensílio para servir alimentos com e sem
glúten, desde que lavados.
✂️ D) Adicionar farelo de trigo em pequena quantidade para
melhorar o aporte de fibras.
✂️ E) Garantir que todos os alimentos fornecidos estejam isentos
de glúten, evitando contaminação cruzada.
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