Alternativa correta: D
Tema central: Controle do enxoval na hotelaria (itens de cama, mesa e banho), com foco no cálculo adequado da quantidade necessária. O objetivo é manter um ciclo contínuo de utilização — quarto ocupado → lavanderia → estoque — assegurando reposição eficiente sem gerar acúmulo desnecessário de peças.
Resumo teórico: Na prática da governança hoteleira, adota-se o chamado nível de par 3, que prevê três conjuntos por unidade habitacional: um em uso, outro em higienização e um terceiro disponível para reposição imediata. Além disso, inclui-se uma margem adicional, chamada de reserva técnica, destinada a cobrir desgaste natural, perdas e imprevistos. Em operações regulares, essa margem costuma ficar entre 10% e 20%, sendo 20% um valor amplamente aceito em materiais técnicos.
Referências: Geraldo Castelli, SENAC (conteúdos de governança hoteleira) e Raghubalan Raghubalan apresentam o conceito de par stock e reforçam o uso do nível 3 com reserva moderada.
Por que a D está correta: O dimensionamento indicado combina três conjuntos por apartamento com acréscimo de 20%, o que garante equilíbrio entre disponibilidade e controle de custos. Essa proporção é suficiente para absorver variações operacionais sem provocar excesso de estoque.
Exemplo prático: Para 100 apartamentos:
Base operacional: 100 × 3 = 300 conjuntos
Reserva (20%): 60 conjuntos
Total: 360 conjuntos
Expressão: Total = base × 3 × 1,20
Análise das demais alternativas:
A – Utiliza corretamente o nível 3, porém eleva a reserva para 25%, o que aumenta custos sem necessidade em operações padrão.
B – Propõe quatro conjuntos por unidade, excedendo o fluxo normal, além de manter uma reserva elevada.
C – Soma dois excessos: quatro conjuntos e 30% de reserva, caracterizando superdimensionamento.
E – Mantém três conjuntos, mas aplica 35% de reserva, valor muito acima do recomendado, gerando impacto financeiro e logístico.
Tema central: Controle do enxoval na hotelaria (itens de cama, mesa e banho), com foco no cálculo adequado da quantidade necessária. O objetivo é manter um ciclo contínuo de utilização — quarto ocupado → lavanderia → estoque — assegurando reposição eficiente sem gerar acúmulo desnecessário de peças.
Resumo teórico: Na prática da governança hoteleira, adota-se o chamado nível de par 3, que prevê três conjuntos por unidade habitacional: um em uso, outro em higienização e um terceiro disponível para reposição imediata. Além disso, inclui-se uma margem adicional, chamada de reserva técnica, destinada a cobrir desgaste natural, perdas e imprevistos. Em operações regulares, essa margem costuma ficar entre 10% e 20%, sendo 20% um valor amplamente aceito em materiais técnicos.
Referências: Geraldo Castelli, SENAC (conteúdos de governança hoteleira) e Raghubalan Raghubalan apresentam o conceito de par stock e reforçam o uso do nível 3 com reserva moderada.
Por que a D está correta: O dimensionamento indicado combina três conjuntos por apartamento com acréscimo de 20%, o que garante equilíbrio entre disponibilidade e controle de custos. Essa proporção é suficiente para absorver variações operacionais sem provocar excesso de estoque.
Exemplo prático: Para 100 apartamentos:
Base operacional: 100 × 3 = 300 conjuntos
Reserva (20%): 60 conjuntos
Total: 360 conjuntos
Expressão: Total = base × 3 × 1,20
Análise das demais alternativas:
A – Utiliza corretamente o nível 3, porém eleva a reserva para 25%, o que aumenta custos sem necessidade em operações padrão.
B – Propõe quatro conjuntos por unidade, excedendo o fluxo normal, além de manter uma reserva elevada.
C – Soma dois excessos: quatro conjuntos e 30% de reserva, caracterizando superdimensionamento.
E – Mantém três conjuntos, mas aplica 35% de reserva, valor muito acima do recomendado, gerando impacto financeiro e logístico.