Mulher de 32 anos considera que sempre foi uma pessoa ansiosa.

Porém, há dois anos nota que sua preocupação é excessiva

com relação à saúde dos filhos, ao seu desempenho no trabalho e

ao futuro de sua família. Quando fica mais nervosa, chega a ter

alguns sintomas físicos, tais como tensão muscular, palpitação,

sudorese nas mãos e dificuldade de concentração. Nos últimos

meses, seu sono tem sido entrecortado e pouco restaurador

A abordagem terapêutica a ser evitada neste caso é