Sumaia Santana
EQUIPE
29/09/2026 • 20:51
Gabarito: Alternativa C
Nas perícias judiciais, a análise do estado mental é uma das etapas utilizadas pelo psicólogo para compreender as condições psíquicas do avaliado. A investigação deve abranger diferentes funções mentais e ser realizada de maneira sistemática, permitindo reunir informações técnicas que contribuam para a elaboração do laudo pericial.
Resumo teórico
O exame do estado mental não se limita à identificação de transtornos. Ele envolve a observação de diferentes funções psicológicas e cognitivas, entre elas:
Consciência: verifica o grau de lucidez e de vigilância apresentado pelo indivíduo.
Orientação: analisa se a pessoa consegue reconhecer a si mesma e identificar adequadamente o tempo e o espaço em que se encontra.
Pensamento: considera a organização e a lógica do raciocínio, além de possíveis alterações em seu curso ou conteúdo, como os delírios.
Outras funções: percepção, linguagem, memória e afetividade também fazem parte da investigação, conforme os objetivos da avaliação.
A análise desses componentes encontra respaldo na literatura de psicopatologia e em referências utilizadas na área, incluindo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e a obra Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais, de Paulo Dalgalarrondo.
Nas perícias judiciais, a análise do estado mental é uma das etapas utilizadas pelo psicólogo para compreender as condições psíquicas do avaliado. A investigação deve abranger diferentes funções mentais e ser realizada de maneira sistemática, permitindo reunir informações técnicas que contribuam para a elaboração do laudo pericial.
Resumo teórico
O exame do estado mental não se limita à identificação de transtornos. Ele envolve a observação de diferentes funções psicológicas e cognitivas, entre elas:
Consciência: verifica o grau de lucidez e de vigilância apresentado pelo indivíduo.
Orientação: analisa se a pessoa consegue reconhecer a si mesma e identificar adequadamente o tempo e o espaço em que se encontra.
Pensamento: considera a organização e a lógica do raciocínio, além de possíveis alterações em seu curso ou conteúdo, como os delírios.
Outras funções: percepção, linguagem, memória e afetividade também fazem parte da investigação, conforme os objetivos da avaliação.
A análise desses componentes encontra respaldo na literatura de psicopatologia e em referências utilizadas na área, incluindo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e a obra Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais, de Paulo Dalgalarrondo.