Gabarito: B – Errado
A afirmação está incorreta por três motivos principais: finalidade da entrevista clínica, conceito de intervenção e ausência de respaldo normativo para “psicopatologias sociais” como objeto preventivo da EC nesse contexto.
1. Natureza da entrevista clínica (EC)
A entrevista clínica é uma ferramenta de avaliação e compreensão psicológica, não uma técnica “prioritariamente interventiva” com função preventiva específica e exclusiva. Ela pode subsidiar intervenções, mas não é definida como estratégia central de prevenção.
O Conselho Federal de Psicologia, no Código de Ética Profissional do Psicólogo, orienta que a atuação do psicólogo deve ser:
tecnicamente fundamentada,
baseada na finalidade do serviço,
e compatível com suas competências,
Mas não estabelece a EC como instrumento prioritário de intervenção preventiva em nenhum contexto específico, incluindo o prisional.
2. Problema da expressão “psicopatologias sociais”
O termo “psicopatologias sociais” não é uma categoria reconhecida na psicologia científica ou na normativa profissional do CFP. Trata-se de uma construção vaga e não operacional, o que inviabiliza sua aplicação como objetivo técnico da EC.
3. Contexto penitenciário
No sistema prisional, a atuação do psicólogo deve seguir diretrizes de cuidado integral, trabalho interdisciplinar e garantia de direitos, conforme políticas públicas de saúde e assistência, como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade.
Nessa lógica:
a EC pode ser utilizada como instrumento de avaliação e acompanhamento;
mas não como estratégia “prioritária” nem exclusivamente voltada à prevenção de um conceito inexistente normativamente.
A afirmação está incorreta por três motivos principais: finalidade da entrevista clínica, conceito de intervenção e ausência de respaldo normativo para “psicopatologias sociais” como objeto preventivo da EC nesse contexto.
1. Natureza da entrevista clínica (EC)
A entrevista clínica é uma ferramenta de avaliação e compreensão psicológica, não uma técnica “prioritariamente interventiva” com função preventiva específica e exclusiva. Ela pode subsidiar intervenções, mas não é definida como estratégia central de prevenção.
O Conselho Federal de Psicologia, no Código de Ética Profissional do Psicólogo, orienta que a atuação do psicólogo deve ser:
tecnicamente fundamentada,
baseada na finalidade do serviço,
e compatível com suas competências,
Mas não estabelece a EC como instrumento prioritário de intervenção preventiva em nenhum contexto específico, incluindo o prisional.
2. Problema da expressão “psicopatologias sociais”
O termo “psicopatologias sociais” não é uma categoria reconhecida na psicologia científica ou na normativa profissional do CFP. Trata-se de uma construção vaga e não operacional, o que inviabiliza sua aplicação como objetivo técnico da EC.
3. Contexto penitenciário
No sistema prisional, a atuação do psicólogo deve seguir diretrizes de cuidado integral, trabalho interdisciplinar e garantia de direitos, conforme políticas públicas de saúde e assistência, como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade.
Nessa lógica:
a EC pode ser utilizada como instrumento de avaliação e acompanhamento;
mas não como estratégia “prioritária” nem exclusivamente voltada à prevenção de um conceito inexistente normativamente.