Sumaia Santana
EQUIPE
23/04/2026 • 12:31
A alternativa correta é a B.
Justificativa técnica:
No contexto apresentado, o profissional de Recursos Humanos deve adotar uma escuta qualificada voltada à compreensão do comportamento do trabalhador no ambiente organizacional, sem realizar investigação clínica ou diagnóstica de transtornos mentais, o que extrapola sua competência técnica.
Análise das alternativas:
A – Correta (conduta esperada).
Investigar a motivação, o interesse e possíveis fatores que estejam impactando o trabalhador é adequado, pois contribui para compreender mudanças de comportamento e desempenho.
B – Incorreta (não é atribuição do RH).
A identificação de sinais e sintomas de Transtorno de Estresse Pós-Traumático envolve conhecimento clínico especializado e faz parte do campo da avaliação psicológica ou psiquiátrica.
Embora o RH possa perceber mudanças comportamentais relevantes (como desatenção, isolamento ou apatia), não cabe a esse profissional investigar ou levantar hipóteses diagnósticas específicas de transtornos mentais. Esse tipo de análise exige instrumentos, formação técnica e respaldo ético próprios de profissionais da saúde, como psicólogos ou psiquiatras.
Além disso, direcionar a investigação para um transtorno específico pode gerar viés de confirmação, rotulação indevida e até riscos éticos e legais, especialmente se não houver avaliação adequada. O papel do RH, nesse caso, é identificar sinais gerais de dificuldade, acolher o trabalhador e, se necessário, encaminhá-lo para avaliação especializada.
C – Correta (conduta esperada).
Levantar possíveis causas para o comportamento atípico é fundamental, considerando fatores organizacionais, pessoais ou situacionais.
D – Correta (conduta esperada).
Conhecer o histórico do trabalhador e sua percepção sobre o trabalho ajuda a contextualizar a situação e compreender mudanças recentes.
Justificativa técnica:
No contexto apresentado, o profissional de Recursos Humanos deve adotar uma escuta qualificada voltada à compreensão do comportamento do trabalhador no ambiente organizacional, sem realizar investigação clínica ou diagnóstica de transtornos mentais, o que extrapola sua competência técnica.
Análise das alternativas:
A – Correta (conduta esperada).
Investigar a motivação, o interesse e possíveis fatores que estejam impactando o trabalhador é adequado, pois contribui para compreender mudanças de comportamento e desempenho.
B – Incorreta (não é atribuição do RH).
A identificação de sinais e sintomas de Transtorno de Estresse Pós-Traumático envolve conhecimento clínico especializado e faz parte do campo da avaliação psicológica ou psiquiátrica.
Embora o RH possa perceber mudanças comportamentais relevantes (como desatenção, isolamento ou apatia), não cabe a esse profissional investigar ou levantar hipóteses diagnósticas específicas de transtornos mentais. Esse tipo de análise exige instrumentos, formação técnica e respaldo ético próprios de profissionais da saúde, como psicólogos ou psiquiatras.
Além disso, direcionar a investigação para um transtorno específico pode gerar viés de confirmação, rotulação indevida e até riscos éticos e legais, especialmente se não houver avaliação adequada. O papel do RH, nesse caso, é identificar sinais gerais de dificuldade, acolher o trabalhador e, se necessário, encaminhá-lo para avaliação especializada.
C – Correta (conduta esperada).
Levantar possíveis causas para o comportamento atípico é fundamental, considerando fatores organizacionais, pessoais ou situacionais.
D – Correta (conduta esperada).
Conhecer o histórico do trabalhador e sua percepção sobre o trabalho ajuda a contextualizar a situação e compreender mudanças recentes.