O debate sobre a saúde da população LGBT
ganhou relevância mundialmente a partir das
décadas de 1980 e 1990, impulsionadas com
o fenômeno da AIDS. No Brasil o avanço das
políticas públicas de saúde voltadas para essa
população teve como marco a Constituição de
1988, ainda que marcado por conquistas e
retrocessos. Oliveira (2018) destaca que o
Serviço Social iniciou a discussão sobre saúde
e direitos da população LGBT e diversidade
sexual no início da década de 2000, com
enfrentamento à homofobia, pautada nos
eventos nacionais da categoria e,
posteriormente vieram os grupos de estudos.
Os fatores que justificam o porquê da
morosidade da categoria introduzir essa
discussão no âmbito acadêmico e profissional
são: