Uma Nutricionista está elaborando um protocolo de atendimento ambulatorial para mulheres em diferentes fases do ciclo de vida, com foco na prevenção de doenças crônicas e na promoção da saúde óssea, cardiovascular e metabólica. No atendimento, ela recebe duas pacientes: Paciente A: 32 anos, relata sintomas típicos de tensão pré-menstrual (ansiedade, fadiga, mastalgia e cólicas 7 a 10 dias antes da menstruação), alimentação rica em produtos ultraprocessados, sódio e carboidratos refinados, baixa ingestão de frutas, verduras e laticínios, além de vida sedentária. Paciente B: 52 anos, em menopausa há 2 anos, queixa-se de ondas de calor, baixa energia, ganho de peso e histórico familiar de osteoporose e doença cardiovascular. Consome poucos alimentos de origem vegetal, quase não se expõe ao sol e não pratica atividade física regular. A conduta nutricional MAIS ADEQUADA da Nutricionista para as pacientes A e B, respectivamente, é:
a) Restringir prioritariamente os carboidratos da dieta, orientando uma alimentação hiperproteica para redução dos sintomas de TPM; priorizar suplementação de fitoestrogênios à base de soja como estratégia central para controle das ondas de calor, independentemente de outras mudanças no estilo de vida.
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b) Orientar apenas redução de sódio e de açúcar de adição, mantendo o padrão alimentar geral e adiando qualquer intervenção em relação à atividade física; focar exclusivamente em controle calórico rigoroso para perda de peso, sem necessidade de atenção específica às alterações lipídicas e ósseas associadas à queda de estrogênio.
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c) Aumentar o consumo de alimentos vegetais, como grãos integrais, frutas, hortaliças e incentivo à prática de exercícios para alívio dos sintomas de TPM; enfatizar padrão alimentar baseado em vegetais, adequado em cálcio, vitamina D, vitamina K e magnésio, associado a atividade física para proteção óssea e cardiovascular.
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d) Recomendar suplementação rotineira de vitamina B6 e cálcio como intervenção principal, uma vez que as causas da TPM já estão bem estabelecidas; indicar suspensão do consumo de bebidas de soja, pois seu uso está formalmente contraindicado para mulheres na menopausa com risco de doença cardiovascular e osteoporose.
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