Em meados de 1940, chega ao Brasil, após breve estada
na Inglaterra, onde tomou contato com os princípios de
Laban (de 1937 a 1939), difundindo-o essencialmente
nos meios educacionais que frequentava. Assim, mesmo
tendo sido utilizado na produção de espetáculos na
década de 1970 e na educação de alguns profissionais
de dança, Laban acaba entrando no Brasil – por intermédio dessa professora – pela porta da Educação, criando
alianças profundas com o ensino-aprendizado e com os
processos escolares e terapêuticos. Essa talvez seja
uma das razões pelas quais até hoje o senso comum
ainda reze que “Laban é Educação” e, principalmente,
educação para crianças.
(Marques. Revisitando a Dança Educativa Moderna, de Rodolf Laban, 2002.
Adaptado)
Segundo Marques, a professora responsável pela disseminação do trabalho de Laban, por meio da Educação, foi