Alberto e Soraia, supervisores de um sistema de ensino municipal paulista, têm desenvolvido, conjuntamente, sessões de estudos e debates com os diretores de
escola e coordenadores pedagógicos do grupo de escolas que supervisionam, sobre as tecnologias de informação e comunicação na educação, com apoio nas obras:
Carvalho e Ivanoff (2009); Coll (2010) e Moran, Masetto
e Behrens (2000). Aproximadamente, há um ano, os participantes interagem virtualmente, no dia a dia, de acordo
com as possibilidades de cada um, e, a cada 15 dias,
num encontro virtual do grupo todo. Em consonância com
as propostas dos autores considerados nos estudos, os
conhecimentos que vêm sendo construídos pelo grupo
têm se apoiado na reflexão sobre as práticas educativas
escolares e servido de referencial para sua avaliação
e reconstrução crítica, na perspectiva da sociedade da
informação e da sociedade do conhecimento. Nesse sentido de orientação,
a) primeiramente, foram treinados os gestores e professores no uso das tecnologias da informação e
comunicação para, só então, serem introduzidas no
currículo escolar e transferidas aos alunos.
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b) houve avanços na alfabetização digital de gestores,
professores e alunos, integrando, ao melhor das tecnologias tradicionais, novas possibilidades de ensinar e aprender por meios virtuais.
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c) o ensino foi sendo individualizado, para atender aos
interesses de cada aluno que, orientado pelo professor em sala de aula, busca informações na internet,
no computador que utiliza.
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d) além da inovação do discurso pedagógico, houve a
substituição gradativa do giz e da lousa por equipamentos tecnológicos de última geração, até serem
totalmente eliminados.
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e) a primeira condição foi alocar equipamentos tecnológicos nas escolas, e treinar gestores e professores
para operá-los corretamente; na sequência, o conteúdo desse treinamento passou a ser ensinado a
todos os alunos.
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