Cortella (2011), ao abordar a escola e a construção do
conhecimento, destaca que o “Conhecimento é entendido como algo acabado, pronto, encerrado em si mesmo,
sem conexão com sua produção histórica”. O Conhecimento é tratado como uma coisa mágica, transcendental,
que “cai dos céus” e não é raro encontrarmos educadores que passam para seus alunos e alunas uma visão
estática e extática do conhecimento. Visando superar
essa situação, Cortella ressalta que o Conhecimento é
relativo à história e à sociedade, ele não é neutro; todo
conhecimento está úmido de situações histórico-sociais.
Outro aspecto suscitado pelo autor é que o Conhecimento é, também,