Matheus Fernandes
EQUIPE
23/08/2026 • 06:01
Vamos começar analisando os pré-requisitos exigidos para a avaliação do Processamento Auditivo Central (PAC). A avaliação do PAC precisa garantir que o indivíduo consiga realizar as tarefas propostas nos testes auditivos, que geralmente exigem atenção, compreensão e resposta adequada a estímulos auditivos.
O ideal é que a criança já tenha alguma maturidade cognitiva, normalmente estimando-se por volta de 7 anos, embora alguns protocolos permitam a avaliação a partir dos 5 ou 6 anos, dependendo do teste e das condições individuais. Nesse contexto, a alternativa 'a' pode ser considerada aceitável do ponto de vista prático, já que a maioria dos protocolos sugere cautela abaixo dessa idade.
Ter produção articulatória inteligível (alternativa b) e habilidades cognitivas e linguísticas suficientes (alternativa c) são essenciais porque o paciente precisa entender e responder aos comandos, muitas vezes verbalmente.
A avaliação audiológica recente (alternativa d) é FUNDAMENTAL, porque é necessário garantir que a audição periférica esteja em condições, ou seja, que não haja perda auditiva condutiva ou outras alterações audiológicas que possam influenciar no desempenho durante o teste do PAC. Portanto, a alternativa d está incorreta, pois contraria as diretrizes atuais.
Finalmente, a ausência de alterações de orelha média (alternativa e) também é um critério importante, uma vez que problemas como otite média podem prejudicar os resultados dos testes centrais.
Portanto, a alternativa INCORRETA é a letra d.
O ideal é que a criança já tenha alguma maturidade cognitiva, normalmente estimando-se por volta de 7 anos, embora alguns protocolos permitam a avaliação a partir dos 5 ou 6 anos, dependendo do teste e das condições individuais. Nesse contexto, a alternativa 'a' pode ser considerada aceitável do ponto de vista prático, já que a maioria dos protocolos sugere cautela abaixo dessa idade.
Ter produção articulatória inteligível (alternativa b) e habilidades cognitivas e linguísticas suficientes (alternativa c) são essenciais porque o paciente precisa entender e responder aos comandos, muitas vezes verbalmente.
A avaliação audiológica recente (alternativa d) é FUNDAMENTAL, porque é necessário garantir que a audição periférica esteja em condições, ou seja, que não haja perda auditiva condutiva ou outras alterações audiológicas que possam influenciar no desempenho durante o teste do PAC. Portanto, a alternativa d está incorreta, pois contraria as diretrizes atuais.
Finalmente, a ausência de alterações de orelha média (alternativa e) também é um critério importante, uma vez que problemas como otite média podem prejudicar os resultados dos testes centrais.
Portanto, a alternativa INCORRETA é a letra d.