Marcos de Castro
EQUIPE
22/08/2026 • 22:19
Vamos falar sobre a inclusão de um novo alimento no cardápio escolar, seguindo as regras do PNAE. Quando a escola pensa em introduzir um alimento novo, ela precisa garantir que ele seja aceito pelas crianças. Isso é feito por meio de testes de aceitabilidade, para que a alimentação continue sendo adequada e respeite as preferências dos estudantes. Agora, vamos analisar cada alternativa com calma.
A alternativa A afirma que todo alimento novo, obrigatoriamente, precisa passar pelo teste de aceitabilidade. Isso está correto de acordo com a Resolução nº 26/2013, pois a principal preocupação é justamente testar se os estudantes aprovam o alimento.
A alternativa B cita sobre as metodologias que podem ser usadas no teste de aceitabilidade: Resto-Ingestão ou Escala Hedônica, e fala sobre respeitar parâmetros técnicos, científicos e sensoriais reconhecidos. Isso também está de acordo com a norma.
A alternativa C traz valores para o índice mínimo de aceitabilidade: 60% para Resto-Ingestão e 70% para Escala Hedônica. No entanto, de acordo com a Resolução nº 26/2013, para ambos os métodos, o índice mínimo de aceitabilidade exigido é de 85%. Portanto, essa alternativa está incorreta.
A alternativa D diz que o teste de aceitabilidade deve ser aplicado para todos os alunos com idade igual ou superior a 2 anos de idade. A resolução realmente prevê o teste para alimentos oferecidos a crianças nessa faixa etária, então essa está correta.
A alternativa E afirma que o diretor será responsável pela elaboração e arquivamento do relatório do teste, por pelo menos cinco anos. A resolução fala sobre a importância de arquivar os resultados, mas não obriga que o diretor especificamente produza o relatório e archiva pelo período citado. Portanto, essa não está correta.
Das alternativas apresentadas, a B é a mais diretamente correta e contempla o que está estabelecido pela resolução: sobre as metodologias recomendadas para o teste de aceitabilidade. O enunciado pede o que é correto afirmar sobre a inclusão de um alimento novo, e a alternativa B traduz com precisão o que diz a Resolução nº 26/2013.
Portanto, o gabarito é a letra B.
A alternativa A afirma que todo alimento novo, obrigatoriamente, precisa passar pelo teste de aceitabilidade. Isso está correto de acordo com a Resolução nº 26/2013, pois a principal preocupação é justamente testar se os estudantes aprovam o alimento.
A alternativa B cita sobre as metodologias que podem ser usadas no teste de aceitabilidade: Resto-Ingestão ou Escala Hedônica, e fala sobre respeitar parâmetros técnicos, científicos e sensoriais reconhecidos. Isso também está de acordo com a norma.
A alternativa C traz valores para o índice mínimo de aceitabilidade: 60% para Resto-Ingestão e 70% para Escala Hedônica. No entanto, de acordo com a Resolução nº 26/2013, para ambos os métodos, o índice mínimo de aceitabilidade exigido é de 85%. Portanto, essa alternativa está incorreta.
A alternativa D diz que o teste de aceitabilidade deve ser aplicado para todos os alunos com idade igual ou superior a 2 anos de idade. A resolução realmente prevê o teste para alimentos oferecidos a crianças nessa faixa etária, então essa está correta.
A alternativa E afirma que o diretor será responsável pela elaboração e arquivamento do relatório do teste, por pelo menos cinco anos. A resolução fala sobre a importância de arquivar os resultados, mas não obriga que o diretor especificamente produza o relatório e archiva pelo período citado. Portanto, essa não está correta.
Das alternativas apresentadas, a B é a mais diretamente correta e contempla o que está estabelecido pela resolução: sobre as metodologias recomendadas para o teste de aceitabilidade. O enunciado pede o que é correto afirmar sobre a inclusão de um alimento novo, e a alternativa B traduz com precisão o que diz a Resolução nº 26/2013.
Portanto, o gabarito é a letra B.