Matheus Fernandes
EQUIPE
27/08/2026 • 09:01
Vamos começar analisando o tema central da questão: currículo na Educação Infantil segundo Kishimoto. Na perspectiva dessa autora, a principal característica curricular na Educação Infantil é justamente a valorização das brincadeiras e interações, em oposição a uma organização tradicional baseada em disciplinas segmentadas e conteúdos rígidos. A ideia é proporcionar experiências que estimulem o desenvolvimento global das crianças, respeitando suas particularidades, curiosidades e modo próprio de aprender. Por isso, a asserção I está de acordo com o pensamento de Kishimoto e é verdadeira.
Já a segunda asserção aborda a necessidade de critérios de qualidade específicos para creches e pré-escolas, diferentes daqueles aplicados ao Ensino Fundamental. Também aqui Kishimoto defende que a Educação Infantil tem demandas e objetivos próprios, distintos do ensino fundamental. Portanto, ela argumenta que os critérios de qualidade para avaliar creches e pré-escolas precisam estar ligados às especificidades da criança pequena e suas formas de aprender e conviver. Assim, a asserção II também está verdadeira.
Porém, ao analisarmos a relação entre as duas asserções, percebemos que a afirmação II não justifica a afirmação I. Ou seja, apesar de ambas estarem corretas, a existência de critérios próprios para o currículo da Educação Infantil não é uma razão direta para ele ser organizado por brincadeiras e interações. São ideias relacionadas ao mesmo universo, mas a II não serve como explicação para a I.
O gabarito que corresponde a essa relação é a letra 'b'.
Já a segunda asserção aborda a necessidade de critérios de qualidade específicos para creches e pré-escolas, diferentes daqueles aplicados ao Ensino Fundamental. Também aqui Kishimoto defende que a Educação Infantil tem demandas e objetivos próprios, distintos do ensino fundamental. Portanto, ela argumenta que os critérios de qualidade para avaliar creches e pré-escolas precisam estar ligados às especificidades da criança pequena e suas formas de aprender e conviver. Assim, a asserção II também está verdadeira.
Porém, ao analisarmos a relação entre as duas asserções, percebemos que a afirmação II não justifica a afirmação I. Ou seja, apesar de ambas estarem corretas, a existência de critérios próprios para o currículo da Educação Infantil não é uma razão direta para ele ser organizado por brincadeiras e interações. São ideias relacionadas ao mesmo universo, mas a II não serve como explicação para a I.
O gabarito que corresponde a essa relação é a letra 'b'.