Ingrid Nunes
EQUIPE
27/08/2026 • 08:24
Vamos falar sobre um ponto bastante importante no ensino da língua portuguesa, que é justamente o foco da questão: qual deve ser a postura do professor ao ensinar português, com base na visão de Cagliari. O autor defende que o ensino precisa mostrar como a linguagem funciona, tanto do ponto de vista geral quanto no específico do português, e ainda ajudar os alunos a ampliar seus usos da língua, seja na escrita ou na oralidade, em diferentes situações da vida.
Analisando as alternativas: a letra A está incorreta porque restringe a expressividade discursiva apenas ao domínio das regras normativas, o que não abrange toda a riqueza e funcionalidade da língua. A letra C também segue essa linha restrita, ao valorizar apenas a modalidade normativa. Já a letra D sugere que a oralidade limita o desenvolvimento educacional, o que vai na contramão do que Cagliari propõe ao valorizar todas as formas de linguagem. Por fim, a letra E reforça o preconceito linguístico ao sugerir que apenas a variedade mais 'correta' deve ser aprendida, o que é totalmente contrário à postura inclusiva e plural defendida pelo autor.
A alternativa B, por outro lado, está alinhada com o que Cagliari propõe: ela apresenta ao aluno a pluralidade da língua, mostrando que há diferentes variedades (fala e escrita) e que cada uma serve a diferentes finalidades na comunicação. Essa alternativa incentiva o aluno a entender e usar a língua de forma funcional em diferentes contextos, justamente o que o autor recomenda.
Portanto, a resposta correta é a letra B.
Analisando as alternativas: a letra A está incorreta porque restringe a expressividade discursiva apenas ao domínio das regras normativas, o que não abrange toda a riqueza e funcionalidade da língua. A letra C também segue essa linha restrita, ao valorizar apenas a modalidade normativa. Já a letra D sugere que a oralidade limita o desenvolvimento educacional, o que vai na contramão do que Cagliari propõe ao valorizar todas as formas de linguagem. Por fim, a letra E reforça o preconceito linguístico ao sugerir que apenas a variedade mais 'correta' deve ser aprendida, o que é totalmente contrário à postura inclusiva e plural defendida pelo autor.
A alternativa B, por outro lado, está alinhada com o que Cagliari propõe: ela apresenta ao aluno a pluralidade da língua, mostrando que há diferentes variedades (fala e escrita) e que cada uma serve a diferentes finalidades na comunicação. Essa alternativa incentiva o aluno a entender e usar a língua de forma funcional em diferentes contextos, justamente o que o autor recomenda.
Portanto, a resposta correta é a letra B.