Ingrid Nunes
EQUIPE
27/08/2026 • 07:01
Vamos analisar cada uma das três afirmativas sobre a contação de histórias nas práticas pedagógicas.
A primeira afirmativa diz que os primeiros livros infantis surgiram no século XV, sob o predomínio de parlendas, e que a contação de histórias privilegiaria a memorização mecânica, contribuindo de forma indireta para atenção e linguagem, mas sem favorecer muito o vocabulário ou o hábito de buscar novas narrativas. Essa afirmação está incorreta. Historicamente, o verdadeiro boom da literatura infantil aparece bem mais tarde, os livros infantis como conhecemos só ganham força a partir do século XVII e XVIII com autores como Perrault e, no século XIX, com os Irmãos Grimm. Além disso, a contação de histórias NÃO se limita à memorização mecânica: ela potencializa vocabulário, criatividade, imaginação e o desejo de novas experiências literárias, ou seja, tem papel fundamental na formação leitora!
A segunda afirmação diz que contar histórias é abrir janelas para o mundo, ajudando as crianças a construírem uma visão de mundo e o narrador direciona suas atenções para diferentes aspectos, despertando desejos e proporcionando prazer. Essa afirmativa está correta e retrata bem a importância da mediação do adulto no processo: o contador de histórias guia a criança pelo universo narrativo, amplia horizontes e incentiva novas descobertas.
Por fim, a terceira afirmação destaca que ouvir histórias é uma experiência rica, cheia de alegria, aprendizado, conexões, permite o desenvolvimento da imaginação, compreensão de situações diversas e aquisição de estratégias para enfrentar desafios. Está absolutamente correta e condiz com os benefícios que a literatura oral e escrita traz para o mundo infantil.
Portanto, a sequência correta é E - C - C, gabaritando assim a alternativa B.
A primeira afirmativa diz que os primeiros livros infantis surgiram no século XV, sob o predomínio de parlendas, e que a contação de histórias privilegiaria a memorização mecânica, contribuindo de forma indireta para atenção e linguagem, mas sem favorecer muito o vocabulário ou o hábito de buscar novas narrativas. Essa afirmação está incorreta. Historicamente, o verdadeiro boom da literatura infantil aparece bem mais tarde, os livros infantis como conhecemos só ganham força a partir do século XVII e XVIII com autores como Perrault e, no século XIX, com os Irmãos Grimm. Além disso, a contação de histórias NÃO se limita à memorização mecânica: ela potencializa vocabulário, criatividade, imaginação e o desejo de novas experiências literárias, ou seja, tem papel fundamental na formação leitora!
A segunda afirmação diz que contar histórias é abrir janelas para o mundo, ajudando as crianças a construírem uma visão de mundo e o narrador direciona suas atenções para diferentes aspectos, despertando desejos e proporcionando prazer. Essa afirmativa está correta e retrata bem a importância da mediação do adulto no processo: o contador de histórias guia a criança pelo universo narrativo, amplia horizontes e incentiva novas descobertas.
Por fim, a terceira afirmação destaca que ouvir histórias é uma experiência rica, cheia de alegria, aprendizado, conexões, permite o desenvolvimento da imaginação, compreensão de situações diversas e aquisição de estratégias para enfrentar desafios. Está absolutamente correta e condiz com os benefícios que a literatura oral e escrita traz para o mundo infantil.
Portanto, a sequência correta é E - C - C, gabaritando assim a alternativa B.