Equipe Gabarite
EQUIPE
27/08/2026 • 06:01
Vamos analisar essa questão que envolve práticas pedagógicas alinhadas aos princípios da educação inclusiva em uma turma de prática musical com estudantes que têm diferentes tipos de necessidades.
A educação inclusiva pressupõe reconhecer a singularidade de cada estudante, promovendo acessibilidade, respeito às diferenças e adaptações individualizadas para que todos tenham igualdade de oportunidades reais de aprendizagem. Não é simplesmente oferecer o mesmo recurso para todos, mas sim propor estratégias que considerem as especificidades de cada um.
A alternativa (a) fala em padronizar todos os recursos para todos, mas isso vai contra a premissa da personalização, tão fundamental na inclusão.
A alternativa (b) sugere fones de ouvido amplificadores para deficiência auditiva, mas pessoas surdas (especialmente as com surdez severa/profunda) podem não perceber vibrações por esse meio; a acessibilidade ideal para esses casos envolve muito mais, podendo incluir legendas, intérprete de Libras, ou instrumentos com feedback visual/tátil.
A alternativa (c) recomenda não adaptar instrumentos/posturas, o que desconsidera necessidades reais e pode excluir na prática o estudante com limitação motora. Pelo contrário, adaptar é necessário e fundamental.
Na alternativa (d), promover variações frequentes para autistas não é indicado, pois a previsibilidade e rotina geralmente são importantes para estudantes com TEA. Introduzir novidades deve ser feito de forma cuidadosa e gradual, sim, mas não com variações frequentes e mudanças bruscas.
Já a alternativa (e) propõe adaptar instrumentos, digitação, suportes e etc., para estudantes com limitação motora, mas sempre mantendo o objetivo musical principal. Essa adaptação é exatamente o que a educação inclusiva defende: respeitar o objetivo pedagógico, mas garantindo que o caminho até ele possa ser diferente para cada aluno. Por isso, essa é a alternativa correta.
O gabarito é a letra e.
A educação inclusiva pressupõe reconhecer a singularidade de cada estudante, promovendo acessibilidade, respeito às diferenças e adaptações individualizadas para que todos tenham igualdade de oportunidades reais de aprendizagem. Não é simplesmente oferecer o mesmo recurso para todos, mas sim propor estratégias que considerem as especificidades de cada um.
A alternativa (a) fala em padronizar todos os recursos para todos, mas isso vai contra a premissa da personalização, tão fundamental na inclusão.
A alternativa (b) sugere fones de ouvido amplificadores para deficiência auditiva, mas pessoas surdas (especialmente as com surdez severa/profunda) podem não perceber vibrações por esse meio; a acessibilidade ideal para esses casos envolve muito mais, podendo incluir legendas, intérprete de Libras, ou instrumentos com feedback visual/tátil.
A alternativa (c) recomenda não adaptar instrumentos/posturas, o que desconsidera necessidades reais e pode excluir na prática o estudante com limitação motora. Pelo contrário, adaptar é necessário e fundamental.
Na alternativa (d), promover variações frequentes para autistas não é indicado, pois a previsibilidade e rotina geralmente são importantes para estudantes com TEA. Introduzir novidades deve ser feito de forma cuidadosa e gradual, sim, mas não com variações frequentes e mudanças bruscas.
Já a alternativa (e) propõe adaptar instrumentos, digitação, suportes e etc., para estudantes com limitação motora, mas sempre mantendo o objetivo musical principal. Essa adaptação é exatamente o que a educação inclusiva defende: respeitar o objetivo pedagógico, mas garantindo que o caminho até ele possa ser diferente para cada aluno. Por isso, essa é a alternativa correta.
O gabarito é a letra e.