David Castilho
EQUIPE
27/08/2026 • 04:01
Vamos analisar essa questão pensando no papel do pedagogo dentro do hospital. O foco aqui é entender não só o objetivo da sua presença nesse ambiente, mas também como deve ser sua prática diante da situação do aluno internado.
O trabalho do pedagogo hospitalar não é substituir completamente a escola regular, como mencionado na alternativa A. Ele não assume todas as funções formais do ensino básico sozinho, pois seu trabalho envolve articulação com a escola de origem.
Na alternativa B, vemos que priorizar apenas atividades lúdicas e recreativas não é papel do pedagogo hospitalar. Embora essas atividades possam ser importantes, o objetivo central é garantir a continuidade dos estudos do aluno.
Já a alternativa C mistura as funções do pedagogo com a do psicólogo. São áreas diferentes, e o pedagogo não deve restringir sua atuação ao acompanhamento psicológico – nem pode substituir o profissional de psicologia hospitalar.
Na alternativa D, diz que o pedagogo atuaria desvinculado do sistema educacional, limitando-se a ações assistenciais. Isso também está incorreto, pois a base do pedagogo hospitalar é justamente manter esse vínculo, garantindo o direito à educação.
Por fim, a alternativa E traz o que de fato se espera desse profissional: garantir a continuidade da escolarização do estudante mesmo durante o período de internação, integrando-se ao processo pedagógico original, dialogando com a escola de origem e oferecendo suporte emocional e educacional, considerando o momento delicado do adoecimento. Por tudo isso, o gabarito é a alternativa E.
O trabalho do pedagogo hospitalar não é substituir completamente a escola regular, como mencionado na alternativa A. Ele não assume todas as funções formais do ensino básico sozinho, pois seu trabalho envolve articulação com a escola de origem.
Na alternativa B, vemos que priorizar apenas atividades lúdicas e recreativas não é papel do pedagogo hospitalar. Embora essas atividades possam ser importantes, o objetivo central é garantir a continuidade dos estudos do aluno.
Já a alternativa C mistura as funções do pedagogo com a do psicólogo. São áreas diferentes, e o pedagogo não deve restringir sua atuação ao acompanhamento psicológico – nem pode substituir o profissional de psicologia hospitalar.
Na alternativa D, diz que o pedagogo atuaria desvinculado do sistema educacional, limitando-se a ações assistenciais. Isso também está incorreto, pois a base do pedagogo hospitalar é justamente manter esse vínculo, garantindo o direito à educação.
Por fim, a alternativa E traz o que de fato se espera desse profissional: garantir a continuidade da escolarização do estudante mesmo durante o período de internação, integrando-se ao processo pedagógico original, dialogando com a escola de origem e oferecendo suporte emocional e educacional, considerando o momento delicado do adoecimento. Por tudo isso, o gabarito é a alternativa E.