Camila Duarte
EQUIPE
27/08/2026 • 02:01
Vamos falar um pouco sobre as chamadas Funções Executivas "Frias". Elas incluem habilidades cognitivas como planejamento, organização, memória operacional, inibição de respostas impulsivas e atenção. São reguladas, principalmente, pelo córtex pré-frontal dorsolateral e são essenciais para o controle dos processos mentais e do comportamento, sem relação direta com emoções (daí o termo 'frias').
No caso relatado, temos um estudante que apresenta dificuldade para iniciar tarefas, se perde com instruções longas e não consegue organizar seus materiais. Essas queixas estão clássicas para um déficit nas funções executivas frias, e não têm nada a ver com questões emocionais em primeiro plano. O manejo pedagógico para esse cenário deve ser voltado para o apoio da organização e do passo a passo das atividades.
Vamos olhar as alternativas. A alternativa A sugere autonomia total, o que não vai ajudar o aluno neste momento – ele precisa de apoio. A alternativa B ignora o problema de organização, o que está incorreto e acaba prejudicando o desenvolvimento da criança. A alternativa C parte de um pressuposto equivocado de que desorganização sempre indica transtorno psiquiátrico, o que é um mito.
Já a alternativa D propõe o uso de checklists visuais, dividir comandos grandes em etapas menores e usar outros apoios organizacionais, justamente para compensar temporariamente aquilo que o córtex pré-frontal ainda não está conseguindo dar conta. Essas são estratégias consagradas para o apoio das funções executivas frias em sala de aula. Portanto, a alternativa correta é a D.
No caso relatado, temos um estudante que apresenta dificuldade para iniciar tarefas, se perde com instruções longas e não consegue organizar seus materiais. Essas queixas estão clássicas para um déficit nas funções executivas frias, e não têm nada a ver com questões emocionais em primeiro plano. O manejo pedagógico para esse cenário deve ser voltado para o apoio da organização e do passo a passo das atividades.
Vamos olhar as alternativas. A alternativa A sugere autonomia total, o que não vai ajudar o aluno neste momento – ele precisa de apoio. A alternativa B ignora o problema de organização, o que está incorreto e acaba prejudicando o desenvolvimento da criança. A alternativa C parte de um pressuposto equivocado de que desorganização sempre indica transtorno psiquiátrico, o que é um mito.
Já a alternativa D propõe o uso de checklists visuais, dividir comandos grandes em etapas menores e usar outros apoios organizacionais, justamente para compensar temporariamente aquilo que o córtex pré-frontal ainda não está conseguindo dar conta. Essas são estratégias consagradas para o apoio das funções executivas frias em sala de aula. Portanto, a alternativa correta é a D.