Camila Duarte
EQUIPE
27/08/2026 • 02:01
Vamos analisar essa situação envolvendo a inclusão escolar de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente os que manifestam hipersensibilidade auditiva. Esse tipo de sensibilidade faz com que sons comuns na escola, como o sinal do recreio ou ambientes barulhentos, sejam extremamente desconfortáveis ou até dolorosos para o aluno, podendo desencadear crises comportamentais ou emocionais.
Na perspectiva da Neuropsicopedagogia Institucional e das práticas inclusivas, o foco está em criar estratégias que favoreçam a permanência, o bem-estar e a aprendizagem do aluno no contexto escolar, considerando suas singularidades neurológicas. No caso de hipo ou hipersensibilidades sensoriais, isso implica respeitar o funcionamento do sistema nervoso da criança e evitar práticas forçadas ou exposições traumáticas.
A alternativa A propõe uma habituação forçada ao ruído, o que não é recomendado, pois pode agravar sintomas e gerar mais sofrimento. A alternativa C sugere isentar o aluno de todas as atividades coletivas, o que contraria o princípio da inclusão, pois isola o estudante de experiências fundamentais. A alternativa D pede medicação sedativa sem indicação clínica, o que não é ético nem seguro.
Portanto, a alternativa correta é a B, pois adapta o ambiente escolar ao permitir o uso de abafadores de ruído (protetores auriculares) e a criação de "zonas de refúgio sensorial" — espaços ou momentos em que o aluno pode se afastar do excesso de estímulos, favorecendo seu equilíbrio emocional e sensorial, respeitando a homeostase do sistema nervoso central. Essa é a conduta alinhada com a literatura neuropsicopedagógica e com as diretrizes de inclusão escolar.
Na perspectiva da Neuropsicopedagogia Institucional e das práticas inclusivas, o foco está em criar estratégias que favoreçam a permanência, o bem-estar e a aprendizagem do aluno no contexto escolar, considerando suas singularidades neurológicas. No caso de hipo ou hipersensibilidades sensoriais, isso implica respeitar o funcionamento do sistema nervoso da criança e evitar práticas forçadas ou exposições traumáticas.
A alternativa A propõe uma habituação forçada ao ruído, o que não é recomendado, pois pode agravar sintomas e gerar mais sofrimento. A alternativa C sugere isentar o aluno de todas as atividades coletivas, o que contraria o princípio da inclusão, pois isola o estudante de experiências fundamentais. A alternativa D pede medicação sedativa sem indicação clínica, o que não é ético nem seguro.
Portanto, a alternativa correta é a B, pois adapta o ambiente escolar ao permitir o uso de abafadores de ruído (protetores auriculares) e a criação de "zonas de refúgio sensorial" — espaços ou momentos em que o aluno pode se afastar do excesso de estímulos, favorecendo seu equilíbrio emocional e sensorial, respeitando a homeostase do sistema nervoso central. Essa é a conduta alinhada com a literatura neuropsicopedagógica e com as diretrizes de inclusão escolar.