Matheus Fernandes
EQUIPE
27/08/2026 • 02:01
Ao abordar metas para a Educação Superior, o Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024) estabeleceu objetivos bem claros e mensuráveis. É importante, ao analisar cada alternativa, lembrar dos percentuais e parâmetros definidos oficialmente pelo PNE.
A alternativa A fala sobre elevar para 30% o acesso de jovens de 18 a 24 anos à graduação, associando isso à paridade de gênero. O PNE realmente traz o objetivo de aumentar a taxa bruta e líquida de escolarização nessa faixa etária, mas o percentual específico previsto em lei para a taxa líquida (que é o que corresponde à idade regular) é de 33%, e não 30%. Além disso, o plano aborda redução de desigualdades, incluindo de gênero, mas a redação dessa alternativa não está precisa.
Já a alternativa B aponta para uma taxa bruta de escolarização de 50%, mas sugere que isso deva ser feito com foco na expansão da rede privada. O texto do PNE estabelece como meta realmente a taxa bruta de 50%, porém enfatiza a expansão da rede pública como prioridade, para garantir inclusão e democratização do acesso. Portanto, a alternativa está errada ao focar na rede privada.
A alternativa C fala em 1.500.000 titulações anuais com 500.000 no segmento público. Embora o PNE proponha a ampliação do número de graduados, ele não especifica esse número absoluto de titulações e nem distribui exatamente nesses valores entre público e privado, então a alternativa está incorreta.
Na sequência, a opção D propõe elevar o percentual da população de 25 a 34 anos com Ensino Superior completo para 40%, destacando ainda o objetivo de reduzir desigualdades socioeconômicas e regionais. É justamente esse o teor da Meta 12 do PNE, apoiando-se na referência dos 40% para essa faixa etária. Além disso, o plano é abrangente, incluindo a redução de desigualdades como diretriz.
A alternativa E propõe elevar a taxa líquida de escolarização superior para 60%, mas diz que isso deve ser feito exclusivamente na região Nordeste. Essa proposta não corresponde ao que prevê o PNE, já que as metas são nacionais e o percentual de 60% não está previsto para a taxa líquida.
Portanto, analisando cada alternativa, a letra D corresponde ao que está previsto nas metas quantitativas do PNE para a Educação Superior.
Gabarito: letra D.
A alternativa A fala sobre elevar para 30% o acesso de jovens de 18 a 24 anos à graduação, associando isso à paridade de gênero. O PNE realmente traz o objetivo de aumentar a taxa bruta e líquida de escolarização nessa faixa etária, mas o percentual específico previsto em lei para a taxa líquida (que é o que corresponde à idade regular) é de 33%, e não 30%. Além disso, o plano aborda redução de desigualdades, incluindo de gênero, mas a redação dessa alternativa não está precisa.
Já a alternativa B aponta para uma taxa bruta de escolarização de 50%, mas sugere que isso deva ser feito com foco na expansão da rede privada. O texto do PNE estabelece como meta realmente a taxa bruta de 50%, porém enfatiza a expansão da rede pública como prioridade, para garantir inclusão e democratização do acesso. Portanto, a alternativa está errada ao focar na rede privada.
A alternativa C fala em 1.500.000 titulações anuais com 500.000 no segmento público. Embora o PNE proponha a ampliação do número de graduados, ele não especifica esse número absoluto de titulações e nem distribui exatamente nesses valores entre público e privado, então a alternativa está incorreta.
Na sequência, a opção D propõe elevar o percentual da população de 25 a 34 anos com Ensino Superior completo para 40%, destacando ainda o objetivo de reduzir desigualdades socioeconômicas e regionais. É justamente esse o teor da Meta 12 do PNE, apoiando-se na referência dos 40% para essa faixa etária. Além disso, o plano é abrangente, incluindo a redução de desigualdades como diretriz.
A alternativa E propõe elevar a taxa líquida de escolarização superior para 60%, mas diz que isso deve ser feito exclusivamente na região Nordeste. Essa proposta não corresponde ao que prevê o PNE, já que as metas são nacionais e o percentual de 60% não está previsto para a taxa líquida.
Portanto, analisando cada alternativa, a letra D corresponde ao que está previsto nas metas quantitativas do PNE para a Educação Superior.
Gabarito: letra D.