Ingrid Nunes
EQUIPE
27/08/2026 • 01:01
Vamos analisar o contexto apresentado: o professor percebe que os alunos leem bem palavras regulares, mas têm dificuldades na escrita de palavras em que um mesmo som (fonema) pode ser representado por diferentes letras (grafemas). Isso é muito comum em português, pois temos fonemas que podem ser escritos de várias formas, como o som /s/ nas palavras 'cima', 'soma', 'cenoura', por exemplo.
Quando o professor decide tornar explícita a relação entre fonologia (os sons da fala) e ortografia (a escrita correta das palavras), ele está identificando que a mera correspondência letra-som não é suficiente para dominar o nosso sistema ortográfico, já que há muitos casos em que essa correspondência é múltipla ou depende do contexto.
Analisando as alternativas:
a) Errada. Privilegiar apenas a memorização visual das palavras e negar o trabalho com sons pode dificultar a aprendizagem, pois não desenvolve o entendimento das relações entre som e escrita.
b) Errada. Ensinar apenas a correspondência direta letra-som desconsidera as tais exceções e irregularidades, que justamente aparecem no dia a dia dos alunos.
c) Errada. Trabalhar só com etimologia é avançado e não resolve o problema para quem está em processo inicial de alfabetização.
d) Correta. O ideal é começar pelas correspondências mais simples e regulares, ajudando os alunos a dominarem essas primeiras regras, e só depois avançar para as correspondências múltiplas, como as diferentes grafias do som /s/, por exemplo. Assim, eles vão compreendendo as regularidades e complexidades do sistema ortográfico de maneira progressiva.
e) Errada. Não faz sentido começar ensinando as exceções antes das regras básicas. O progresso deve ser do mais simples para o mais complexo.
Portanto, a alternativa mais alinhada com a situação é a letra d.
Quando o professor decide tornar explícita a relação entre fonologia (os sons da fala) e ortografia (a escrita correta das palavras), ele está identificando que a mera correspondência letra-som não é suficiente para dominar o nosso sistema ortográfico, já que há muitos casos em que essa correspondência é múltipla ou depende do contexto.
Analisando as alternativas:
a) Errada. Privilegiar apenas a memorização visual das palavras e negar o trabalho com sons pode dificultar a aprendizagem, pois não desenvolve o entendimento das relações entre som e escrita.
b) Errada. Ensinar apenas a correspondência direta letra-som desconsidera as tais exceções e irregularidades, que justamente aparecem no dia a dia dos alunos.
c) Errada. Trabalhar só com etimologia é avançado e não resolve o problema para quem está em processo inicial de alfabetização.
d) Correta. O ideal é começar pelas correspondências mais simples e regulares, ajudando os alunos a dominarem essas primeiras regras, e só depois avançar para as correspondências múltiplas, como as diferentes grafias do som /s/, por exemplo. Assim, eles vão compreendendo as regularidades e complexidades do sistema ortográfico de maneira progressiva.
e) Errada. Não faz sentido começar ensinando as exceções antes das regras básicas. O progresso deve ser do mais simples para o mais complexo.
Portanto, a alternativa mais alinhada com a situação é a letra d.