Matheus Fernandes
EQUIPE
27/08/2026 • 01:01
Vamos falar um pouco sobre uma situação muito comum nas aulas de Língua Portuguesa. Nessa questão, o professor percebe que embora os alunos decorem e repitam definições gramaticais, eles não conseguem aplicar aquilo que aprendem nem na leitura, nem na produção de textos. Ele acredita então que o problema não é só dos alunos, mas também da metodologia adotada em sala de aula.
Assim, a questão pede para identificarmos qual alternativa melhor explica essa relação entre o modelo de ensino (metodologia) e o aprendizado real (ou seja, se o aluno de fato consegue usar a gramática na prática). Se observarmos bem as opções, vemos que a letra d é a mais adequada: Ao apresentar gramática por regras isoladas — sem contexto, de maneira mecânica — o estudante decora, mas não entende para que serve aquilo, nem consegue aplicar de verdade, justamente o que o enunciado denuncia.
As outras opções falham, pois sugerem ideias erradas como a de que memorização basta, ou que a metodologia é indiferente. Se você lembrar dos estudos sobre ensino significativo, vai ver que é essencial trabalhar gramática na prática, em contexto de uso da linguagem.
Por isso, o gabarito é letra d.
Assim, a questão pede para identificarmos qual alternativa melhor explica essa relação entre o modelo de ensino (metodologia) e o aprendizado real (ou seja, se o aluno de fato consegue usar a gramática na prática). Se observarmos bem as opções, vemos que a letra d é a mais adequada: Ao apresentar gramática por regras isoladas — sem contexto, de maneira mecânica — o estudante decora, mas não entende para que serve aquilo, nem consegue aplicar de verdade, justamente o que o enunciado denuncia.
As outras opções falham, pois sugerem ideias erradas como a de que memorização basta, ou que a metodologia é indiferente. Se você lembrar dos estudos sobre ensino significativo, vai ver que é essencial trabalhar gramática na prática, em contexto de uso da linguagem.
Por isso, o gabarito é letra d.