Matheus Fernandes
EQUIPE
26/08/2026 • 22:01
Vamos analisar essa situação envolvendo a dificuldade dos alunos em criar situações-problema na aula de matemática, como aponta o trecho do livro de Nacarato, Mengali e Passos (2019). Eles destacam que esses alunos não estavam acostumados a escrever na aula de matemática, especialmente ao criar problemas, o que já indica algo importante sobre o processo de ensino.
Sobre as alternativas que explicam o motivo dessa dificuldade: a alternativa A fala de falta de exposição ao modo correto de abordar problemas, mas não é especificamente o ponto-chave segundo a referência. A letra B sugere que dar ênfase às experiências matemáticas impede o trabalho abstrato, o que não é coerente com o ensino atual, que valoriza a aprendizagem significativa via experiências reais. A letra D trata de maturidade cognitiva, como se fosse necessário apenas esperar pelos alunos, o que também não é defendido pelas autoras. Já a opção E sugere delegar a criação de problemas à aula de português, algo totalmente contrário à interdisciplinaridade defendida hoje em dia.
A alternativa C, por sua vez, traz a ideia de que os alunos estavam acostumados a resolver problemas matemáticos apenas aplicando algoritmos (como fazer contas diretamente) e sem necessariamente entender o contexto e o significado por trás desses problemas. Isso é bem frequente na história do ensino da matemática e vai totalmente ao encontro do que o texto destaca. Portanto, essa alternativa está correta.
Gabarito: C.
Sobre as alternativas que explicam o motivo dessa dificuldade: a alternativa A fala de falta de exposição ao modo correto de abordar problemas, mas não é especificamente o ponto-chave segundo a referência. A letra B sugere que dar ênfase às experiências matemáticas impede o trabalho abstrato, o que não é coerente com o ensino atual, que valoriza a aprendizagem significativa via experiências reais. A letra D trata de maturidade cognitiva, como se fosse necessário apenas esperar pelos alunos, o que também não é defendido pelas autoras. Já a opção E sugere delegar a criação de problemas à aula de português, algo totalmente contrário à interdisciplinaridade defendida hoje em dia.
A alternativa C, por sua vez, traz a ideia de que os alunos estavam acostumados a resolver problemas matemáticos apenas aplicando algoritmos (como fazer contas diretamente) e sem necessariamente entender o contexto e o significado por trás desses problemas. Isso é bem frequente na história do ensino da matemática e vai totalmente ao encontro do que o texto destaca. Portanto, essa alternativa está correta.
Gabarito: C.