Marcos de Castro
EQUIPE
26/08/2026 • 22:01
Vamos analisar a perspectiva atual sobre o corpo infantil segundo Oliveira (2018). Antigamente, o corpo da criança era visto muito mais como um obstáculo à aprendizagem, algo a ser controlado, disciplinado e, muitas vezes, até mesmo ignorado na rotina pedagógica. Hoje, a concepção mudou bastante e dá um valor central ao corpo – inclusive na Educação Infantil – enxergando-o como parte fundamental da construção do conhecimento e da experiência de mundo da criança.
A alternativa A apresenta a visão mais antiga e ultrapassada, de que o corpo 'atrapalha' quando se mexe demais. Isso não se encaixa na perspectiva contemporânea da educação infantil.
A opção B traz justamente a visão atual: o corpo infantil é privilegiado nas práticas pedagógicas, está presente o tempo inteiro e é meio de expressão do sentido que cada situação do cotidiano tem para a criança. Essa alternativa trata do corpo como elemento central para a aprendizagem e a relação com o outro, com o espaço e com o próprio conhecimento.
A alternativa C reforça um uso utilitário do corpo, sugerindo gastar energia para só depois aprender – também não condiz com a ideia de integração entre corpo, mente e aprendizagem, defendida atualmente.
Na D, há uma limitação sobre o que significa 'cuidar' e 'educar' o corpo, reduzindo a prática pedagógica ao ensino de posturas e movimentos corretos, enquanto a perspectiva de Oliveira é muito mais ampla, considerando o corpo como produtor de significados e aprendizagens em todas as interações.
A alternativa E apresenta estereótipos de gênero antiquados, totalmente em desacordo com abordagens atuais que buscam valorizar a diversidade e respeitar as características singulares de cada criança, independentemente do gênero.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa B.
A alternativa A apresenta a visão mais antiga e ultrapassada, de que o corpo 'atrapalha' quando se mexe demais. Isso não se encaixa na perspectiva contemporânea da educação infantil.
A opção B traz justamente a visão atual: o corpo infantil é privilegiado nas práticas pedagógicas, está presente o tempo inteiro e é meio de expressão do sentido que cada situação do cotidiano tem para a criança. Essa alternativa trata do corpo como elemento central para a aprendizagem e a relação com o outro, com o espaço e com o próprio conhecimento.
A alternativa C reforça um uso utilitário do corpo, sugerindo gastar energia para só depois aprender – também não condiz com a ideia de integração entre corpo, mente e aprendizagem, defendida atualmente.
Na D, há uma limitação sobre o que significa 'cuidar' e 'educar' o corpo, reduzindo a prática pedagógica ao ensino de posturas e movimentos corretos, enquanto a perspectiva de Oliveira é muito mais ampla, considerando o corpo como produtor de significados e aprendizagens em todas as interações.
A alternativa E apresenta estereótipos de gênero antiquados, totalmente em desacordo com abordagens atuais que buscam valorizar a diversidade e respeitar as características singulares de cada criança, independentemente do gênero.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa B.