Ingrid Nunes
EQUIPE
26/08/2026 • 18:02
Vamos lá! O tema desta questão está diretamente ligado às contribuições do psicanalista britânico Donald Winnicott sobre o cuidado e o desenvolvimento infantil. O enunciado pede qual conceito de Winnicott melhor explica a importância de um cuidado individualizado — ou seja, uma atenção especial e personalizada aos bebês em instituições como creches — para favorecer seu vínculo com a realidade e a constância de objeto.
Primeiro, vamos analisar rapidamente as alternativas. 'Figura de apego' (alternativa a) é um termo mais associado à teoria do apego de John Bowlby, não de Winnicott, então podemos descartar. 'Sintonia afetiva' (alternativa c) também é conceito importante, mas está mais presente nas ideias de Daniel Stern, por exemplo. 'Atenção compartilhada' (alternativa d) refere-se a outro aspecto do desenvolvimento sócio-cognitivo, também não específico de Winnicott.
A alternativa 'mãe suficientemente boa' (alternativa b), sim, é um conceito central da obra de Winnicott. Ele dizia que uma mãe (ou cuidador) suficientemente boa é aquela que oferece cuidado ajustado às necessidades do bebê, promovendo segurança, construção da confiança e, assim, favorecendo o contato gradual com a realidade, além de ajudar no desenvolvimento da constância de objeto — que é a capacidade do bebê de saber que a pessoa cuida dele mesmo quando está ausente.
Portanto, o conceito certo é o de 'mãe suficientemente boa', opção B.
Primeiro, vamos analisar rapidamente as alternativas. 'Figura de apego' (alternativa a) é um termo mais associado à teoria do apego de John Bowlby, não de Winnicott, então podemos descartar. 'Sintonia afetiva' (alternativa c) também é conceito importante, mas está mais presente nas ideias de Daniel Stern, por exemplo. 'Atenção compartilhada' (alternativa d) refere-se a outro aspecto do desenvolvimento sócio-cognitivo, também não específico de Winnicott.
A alternativa 'mãe suficientemente boa' (alternativa b), sim, é um conceito central da obra de Winnicott. Ele dizia que uma mãe (ou cuidador) suficientemente boa é aquela que oferece cuidado ajustado às necessidades do bebê, promovendo segurança, construção da confiança e, assim, favorecendo o contato gradual com a realidade, além de ajudar no desenvolvimento da constância de objeto — que é a capacidade do bebê de saber que a pessoa cuida dele mesmo quando está ausente.
Portanto, o conceito certo é o de 'mãe suficientemente boa', opção B.