David Castilho
EQUIPE
26/08/2026 • 17:21
Vamos aprofundar um pouquinho no tema da questão! Ela trata dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), que foram criados como referência para orientar as redes de ensino de todo o país na elaboração de seus currículos e práticas pedagógicas, buscando garantir uma certa unidade nacional, mas sempre respeitando as realidades locais.
De acordo com os PCN, o processo de efetivação do currículo ocorre em diferentes níveis: nacional, estadual/municipal, escola e sala de aula, permitindo adaptação e diálogo com diferentes contextos. Agora vamos analisar cada alternativa:
Na letra A, a alternativa fala sobre o primeiro nível, a elaboração dos documentos em versões preliminares para análise por diversas instâncias, porém excluindo as instituições não-governamentais. Essa exceção está errada, pois o processo dos PCN teve participação ampla, incluindo ONGs, universidades e outros setores da sociedade.
A opção B afirma que as secretarias de educação não deveriam utilizar os PCN como recurso de revisão e elaboração curricular, o que contraria o papel fundamental dos PCN, que é apoiar e subsidiar os sistemas locais e regionais. Então, está incorreta.
Na letra C, a alternativa aponta que o terceiro nível diz respeito ao uso dos PCN para a construção do projeto educativo de cada escola, como expressão de sua identidade, sendo um processo dinâmico e contínuo, envolvendo discussão e reflexão constante. Essa é exatamente a perspectiva que os PCN defendem, ou seja, eles servem de base orientadora para que cada escola construa seu projeto pedagógico conforme sua realidade, mas sempre dialogando com o documento nacional.
Por fim, a alternativa D fala que na sala de aula o professor deve elaborar seu planejamento 'sem adequar àquele grupo específico de alunos'. Isso contradiz totalmente a ideia dos PCN, que incentivam justamente o contrário: que se adapte o planejamento às necessidades e características de cada turma.
Ou seja, correta mesmo é a alternativa C.
De acordo com os PCN, o processo de efetivação do currículo ocorre em diferentes níveis: nacional, estadual/municipal, escola e sala de aula, permitindo adaptação e diálogo com diferentes contextos. Agora vamos analisar cada alternativa:
Na letra A, a alternativa fala sobre o primeiro nível, a elaboração dos documentos em versões preliminares para análise por diversas instâncias, porém excluindo as instituições não-governamentais. Essa exceção está errada, pois o processo dos PCN teve participação ampla, incluindo ONGs, universidades e outros setores da sociedade.
A opção B afirma que as secretarias de educação não deveriam utilizar os PCN como recurso de revisão e elaboração curricular, o que contraria o papel fundamental dos PCN, que é apoiar e subsidiar os sistemas locais e regionais. Então, está incorreta.
Na letra C, a alternativa aponta que o terceiro nível diz respeito ao uso dos PCN para a construção do projeto educativo de cada escola, como expressão de sua identidade, sendo um processo dinâmico e contínuo, envolvendo discussão e reflexão constante. Essa é exatamente a perspectiva que os PCN defendem, ou seja, eles servem de base orientadora para que cada escola construa seu projeto pedagógico conforme sua realidade, mas sempre dialogando com o documento nacional.
Por fim, a alternativa D fala que na sala de aula o professor deve elaborar seu planejamento 'sem adequar àquele grupo específico de alunos'. Isso contradiz totalmente a ideia dos PCN, que incentivam justamente o contrário: que se adapte o planejamento às necessidades e características de cada turma.
Ou seja, correta mesmo é a alternativa C.