Marcos de Castro
EQUIPE
26/08/2026 • 17:05
Vamos tratar agora de um tema comum na Educação Infantil: as famigeradas mordidas entre bebês. Quem já trabalhou ou conviveu nesse ambiente sabe que isso acontece com frequência, então entender o manejo correto é fundamental para o desenvolvimento saudável e para o convívio do grupo.
As alternativas apresentam algumas visões sobre o que fazer nessas situações. A alternativa 'a' sugere que o manejo deva ser reativo e que advertências devem ocorrer imediatamente, o que não é adequado para bebês, pois eles frequentemente utilizam a mordida como forma de expressão devido à limitação de linguagem e não pela intenção de desafiar regras — ou seja, intervenções punitivas e reativas não são eficazes nem recomendadas.
Na alternativa 'b', é dito que as mordidas são manifestações de uma necessidade de poder e que a prevenção envolve supervisão constante e estímulo à autonomia de escolhas. Aqui existe uma confusão: a mordida não é sobre 'poder', mas está ligada a processos naturais na primeira infância, como comunicação de necessidades, desconforto, frustração, dificuldades de linguagem e até pela curiosidade/exploração oral. Porém, o ponto de atenção à supervisão e ao estímulo à autonomia de escolhas faz sentido, já que orientar, mediar e ajudar a criança a verbalizar sentimentos é o melhor caminho.
A alternativa 'c' afirma que oferecer objetos para expressar agressividade simbólica é contraindicado pois reforçaria o hábito, o que é incorreto: brinquedos como mordedores, fantoches e outros podem canalizar essa necessidade sem prejudicar os colegas. A alternativa 'd' diz que a autodefesa não violenta é ineficaz e que só o adulto pode intervir fisicamente — essa visão é equivocada, pois promover estratégias não violentas é parte fundamental da mediação de conflitos na infância.
Revisitando a alternativa 'b', apesar do erro conceitual sobre a 'necessidade de poder', ela é a que mais se aproxima de boas práticas pedagógicas ao falar sobre prevenção, supervisão e autonomia, enquanto as demais apresentam erros mais graves. Assim, essa é a correta entre as alternativas propostas.
Portanto, o gabarito é a letra b.
As alternativas apresentam algumas visões sobre o que fazer nessas situações. A alternativa 'a' sugere que o manejo deva ser reativo e que advertências devem ocorrer imediatamente, o que não é adequado para bebês, pois eles frequentemente utilizam a mordida como forma de expressão devido à limitação de linguagem e não pela intenção de desafiar regras — ou seja, intervenções punitivas e reativas não são eficazes nem recomendadas.
Na alternativa 'b', é dito que as mordidas são manifestações de uma necessidade de poder e que a prevenção envolve supervisão constante e estímulo à autonomia de escolhas. Aqui existe uma confusão: a mordida não é sobre 'poder', mas está ligada a processos naturais na primeira infância, como comunicação de necessidades, desconforto, frustração, dificuldades de linguagem e até pela curiosidade/exploração oral. Porém, o ponto de atenção à supervisão e ao estímulo à autonomia de escolhas faz sentido, já que orientar, mediar e ajudar a criança a verbalizar sentimentos é o melhor caminho.
A alternativa 'c' afirma que oferecer objetos para expressar agressividade simbólica é contraindicado pois reforçaria o hábito, o que é incorreto: brinquedos como mordedores, fantoches e outros podem canalizar essa necessidade sem prejudicar os colegas. A alternativa 'd' diz que a autodefesa não violenta é ineficaz e que só o adulto pode intervir fisicamente — essa visão é equivocada, pois promover estratégias não violentas é parte fundamental da mediação de conflitos na infância.
Revisitando a alternativa 'b', apesar do erro conceitual sobre a 'necessidade de poder', ela é a que mais se aproxima de boas práticas pedagógicas ao falar sobre prevenção, supervisão e autonomia, enquanto as demais apresentam erros mais graves. Assim, essa é a correta entre as alternativas propostas.
Portanto, o gabarito é a letra b.