Matheus Fernandes
EQUIPE
26/08/2026 • 17:00
Vamos analisar o contexto apresentado: ações preventivas contra cyberbullying não estão tendo sucesso no Instituto Federal. Durante o planejamento, surge a preocupação em identificar o que está impedindo a efetividade dessas ações. A pergunta pede um fator limitante, ou seja, um obstáculo real para o sucesso das iniciativas.
Começando pela alternativa A, a ausência dos responsáveis e da rede de proteção à infância e ao adolescente no ambiente escolar é um entrave importante, pois ninguém age sozinho na prevenção do cyberbullying e a atuação conjunta é fundamental. Sem essa participação, as ações ficam fragilizadas. A alternativa B, a oferta de atividades educativas digitais sobre respeito e convivência, é positiva, não um limitador. A alternativa C, ao falar de atuação integrada da equipe pedagógica e dos estudantes, também aponta uma ação positiva e não um impeditivo.
Já a alternativa D fala de uma abordagem focada apenas em punição, com ênfase nas punições como medida supostamente restaurativa. Esta abordagem não é considerada adequada nas políticas modernas, pois pode tornar o ambiente mais opressor e menos acolhedor, desincentivando denúncias e afastando possíveis aliados no combate ao bullying. Ainda assim, ela pode não ser o principal impeditivo nesse contexto, pois mesmo uma abordagem punitiva ainda representa algum tipo de ação contra o problema, diferente de uma total omissão.
Finalmente, a alternativa E sugere que a instituição transmite a ideia de que algumas formas de cyberbullying são toleradas. Isso é gravíssimo, porque legitima comportamentos nocivos e desencoraja as vítimas a buscar proteção e justiça, sendo claramente um fator que impede qualquer ação eficaz.
Entre todas, as alternativas A e E se destacam, mas a ausência da rede de proteção (A) costuma ser o fator mais citado entre as causas das falhas nas ações contra o cyberbullying, pois fortalece a impunidade. Portanto, a resposta correta é a alternativa A.
Começando pela alternativa A, a ausência dos responsáveis e da rede de proteção à infância e ao adolescente no ambiente escolar é um entrave importante, pois ninguém age sozinho na prevenção do cyberbullying e a atuação conjunta é fundamental. Sem essa participação, as ações ficam fragilizadas. A alternativa B, a oferta de atividades educativas digitais sobre respeito e convivência, é positiva, não um limitador. A alternativa C, ao falar de atuação integrada da equipe pedagógica e dos estudantes, também aponta uma ação positiva e não um impeditivo.
Já a alternativa D fala de uma abordagem focada apenas em punição, com ênfase nas punições como medida supostamente restaurativa. Esta abordagem não é considerada adequada nas políticas modernas, pois pode tornar o ambiente mais opressor e menos acolhedor, desincentivando denúncias e afastando possíveis aliados no combate ao bullying. Ainda assim, ela pode não ser o principal impeditivo nesse contexto, pois mesmo uma abordagem punitiva ainda representa algum tipo de ação contra o problema, diferente de uma total omissão.
Finalmente, a alternativa E sugere que a instituição transmite a ideia de que algumas formas de cyberbullying são toleradas. Isso é gravíssimo, porque legitima comportamentos nocivos e desencoraja as vítimas a buscar proteção e justiça, sendo claramente um fator que impede qualquer ação eficaz.
Entre todas, as alternativas A e E se destacam, mas a ausência da rede de proteção (A) costuma ser o fator mais citado entre as causas das falhas nas ações contra o cyberbullying, pois fortalece a impunidade. Portanto, a resposta correta é a alternativa A.