Equipe Gabarite
EQUIPE
26/08/2026 • 16:56
Vamos analisar juntos a proposta da questão, que aborda o papel do pedagogo ao analisar um plano de aula no contexto da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC), segundo Gasparin, e em consonância com a Lei nº 11.645/2008. Essa lei determina a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas, visando garantir uma abordagem plural e crítica da formação da sociedade brasileira, respeitando a diversidade e promovendo a inclusão.
A alternativa A está errada porque, segundo Gasparin e a PHC, a etapa da instrumentalização vai além da simples distribuição de materiais didáticos. Envolve a mediação entre os conteúdos e as vivências dos alunos, promovendo a compreensão crítica dos fenômenos estudados.
A alternativa B não condiz com a perspectiva inclusiva da educação especial e da PHC. O correto é adaptar estratégias para garantir o acesso ao conhecimento pleno, e não priorizar modelos técnicos ou minimizar etapas formativas fundamentais como a síncrese e síntese.
A alternativa C traz uma visão equivocada sobre a aplicação da Lei nº 11.645/2008, ao propor atividades "específicas e complementares" apenas, sem transversalidade. O intuito da lei é justamente tratar esses conteúdos de forma integrada ao currículo, valorizando-os em diferentes áreas do conhecimento.
A alternativa D está errada porque a PHC valoriza intensamente os conhecimentos prévios e a prática social inicial dos alunos, partindo do que já conhecem e vivenciam para avançar na compreensão mais abstrata e crítica do conteúdo.
A alternativa E, por sua vez, explica corretamente que, na etapa da Catarse (conforme proposta da PHC), espera-se que o aluno atinja uma compreensão teórico-crítica, relacionando os processos históricos-afetivos, econômicos, sociais e políticos dos povos indígenas e negros à formação nacional. Assim, ele entende o conteúdo de forma indissociável, superando visões fragmentadas.
Portanto, o gabarito é a alternativa E.
A alternativa A está errada porque, segundo Gasparin e a PHC, a etapa da instrumentalização vai além da simples distribuição de materiais didáticos. Envolve a mediação entre os conteúdos e as vivências dos alunos, promovendo a compreensão crítica dos fenômenos estudados.
A alternativa B não condiz com a perspectiva inclusiva da educação especial e da PHC. O correto é adaptar estratégias para garantir o acesso ao conhecimento pleno, e não priorizar modelos técnicos ou minimizar etapas formativas fundamentais como a síncrese e síntese.
A alternativa C traz uma visão equivocada sobre a aplicação da Lei nº 11.645/2008, ao propor atividades "específicas e complementares" apenas, sem transversalidade. O intuito da lei é justamente tratar esses conteúdos de forma integrada ao currículo, valorizando-os em diferentes áreas do conhecimento.
A alternativa D está errada porque a PHC valoriza intensamente os conhecimentos prévios e a prática social inicial dos alunos, partindo do que já conhecem e vivenciam para avançar na compreensão mais abstrata e crítica do conteúdo.
A alternativa E, por sua vez, explica corretamente que, na etapa da Catarse (conforme proposta da PHC), espera-se que o aluno atinja uma compreensão teórico-crítica, relacionando os processos históricos-afetivos, econômicos, sociais e políticos dos povos indígenas e negros à formação nacional. Assim, ele entende o conteúdo de forma indissociável, superando visões fragmentadas.
Portanto, o gabarito é a alternativa E.