Camila Duarte
EQUIPE
26/08/2026 • 16:56
Vamos conversar sobre a psicogênese da escrita, um tema muito abordado na alfabetização. Segundo Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças passam por estágios ao aprender a escrever. Inicialmente, elas usam garatujas ou rabiscos (nível pré-silábico). Depois, começam a perceber que há relação entre aquilo que falam e as letras (nível silábico), quando geralmente usam uma letra para cada sílaba, mas ainda não há de fato uma correspondência correta com o som.
No entanto, há um momento muito importante chamado nível silábico-alfabético. É justamente quando a criança está em transição: em algumas sílabas ela já usa mais de uma letra, tentando representar com mais precisão, enquanto em outras ainda usa só uma letra por sílaba. Ou seja, ela mistura lógica silábica e lógica alfabética. É essa mistura transitória que o trecho citado descreve: 'algumas sílabas representadas por mais de uma letra, enquanto outras permanecem com apenas uma'.
Portanto, o nível que caracteriza essa situação é o silábico-alfabético.
Gabarito: b
No entanto, há um momento muito importante chamado nível silábico-alfabético. É justamente quando a criança está em transição: em algumas sílabas ela já usa mais de uma letra, tentando representar com mais precisão, enquanto em outras ainda usa só uma letra por sílaba. Ou seja, ela mistura lógica silábica e lógica alfabética. É essa mistura transitória que o trecho citado descreve: 'algumas sílabas representadas por mais de uma letra, enquanto outras permanecem com apenas uma'.
Portanto, o nível que caracteriza essa situação é o silábico-alfabético.
Gabarito: b