Equipe Gabarite
EQUIPE
26/08/2026 • 16:49
Ao abordar o Ensino Religioso nas escolas brasileiras, é fundamental lembrar que existe uma legislação bastante clara sobre o tema. Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e as demais normativas que regulam o Ensino Religioso, esse componente curricular nas escolas públicas deve ser de matrícula facultativa e ter caráter não confessional. Ou seja, não se trata de catequizar, mas sim de promover o conhecimento sobre as diversas manifestações religiosas presentes na sociedade brasileira, valorizando a liberdade de consciência e de crença de todos os estudantes.
Nesse contexto, um dos principais objetivos do Ensino Religioso é incentivar o diálogo, o respeito à diversidade e à pluralidade cultural e religiosa, sem privilegiar ou impor qualquer tradição. A melhor abordagem é, portanto, aquela que possibilita o estudo comparativo e crítico das diferentes tradições religiosas, levando em conta seus contextos históricos, significados, linguagens e influências sociais sem adotar posturas dogmáticas ou exclusivistas.
Analisando as opções: a alternativa A propõe justamente o estudo comparado de textos sagrados, levando em consideração os contextos históricos, as linguagens, os significados culturais e o impacto societário dessas tradições, tudo isso respeitando a liberdade de consciência e de crença, o que está alinhado com a legislação e os princípios do Ensino Religioso.
As demais alternativas apresentam propostas inadequadas: a, B prioriza somente as religiões majoritárias, o que fere o princípio de igualdade; a C sugere reduzir as especificidades históricas e culturais para evitar divergências, o que empobrece o debate; e a D sugere evitar estudos históricos e sociais, o que contraria diretamente a abordagem crítica e cultural prevista em lei.
Portanto, a alternativa mais coerente de acordo com a legislação e a proposta curricular do Ensino Religioso é a letra A. O gabarito é a.
Nesse contexto, um dos principais objetivos do Ensino Religioso é incentivar o diálogo, o respeito à diversidade e à pluralidade cultural e religiosa, sem privilegiar ou impor qualquer tradição. A melhor abordagem é, portanto, aquela que possibilita o estudo comparativo e crítico das diferentes tradições religiosas, levando em conta seus contextos históricos, significados, linguagens e influências sociais sem adotar posturas dogmáticas ou exclusivistas.
Analisando as opções: a alternativa A propõe justamente o estudo comparado de textos sagrados, levando em consideração os contextos históricos, as linguagens, os significados culturais e o impacto societário dessas tradições, tudo isso respeitando a liberdade de consciência e de crença, o que está alinhado com a legislação e os princípios do Ensino Religioso.
As demais alternativas apresentam propostas inadequadas: a, B prioriza somente as religiões majoritárias, o que fere o princípio de igualdade; a C sugere reduzir as especificidades históricas e culturais para evitar divergências, o que empobrece o debate; e a D sugere evitar estudos históricos e sociais, o que contraria diretamente a abordagem crítica e cultural prevista em lei.
Portanto, a alternativa mais coerente de acordo com a legislação e a proposta curricular do Ensino Religioso é a letra A. O gabarito é a.