De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), “No Ensino Fundamental...

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), “No Ensino Fundamental – Anos Finais, espera-se que os alunos consigam ler, comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como ...


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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), “No Ensino Fundamental – Anos Finais, espera-se que os alunos consigam ler, comparar e elaborar diversos tipos de mapas temáticos, assim como as mais diferentes representações utilizadas como ferramentas da análise espacial. Essa, aliás, deve ser uma preocupação norteadora do trabalho com mapas em Geografia. Eles devem, sempre que possível, servir de suporte para o repertório que faz parte do raciocínio geográfico, fugindo do ensino do mapa pelo mapa, como fim em si mesmo”. Ao desenvolver o conteúdo de urbanização brasileira com uma turma do 7º ano, um professor selecionou dois mapas temáticos que representam as taxas de urbanização das unidades da Federação em períodos diferentes. Considerando as orientações da BNCC, assinale a prática pedagógica que utiliza adequadamente esses mapas para o desenvolvimento do raciocínio geográfico.
Analisando...
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    26/08/2026 • 16:49
    Nesta questão, o foco é a abordagem da cartografia no ensino de Geografia, segundo a BNCC. A Base Nacional Comum Curricular orienta que o uso de mapas deve ir além da simples memorização ou reprodução. Ou seja, espera-se que o mapa seja usado para favorecer a análise, a interpretação e a compreensão de fenômenos espaciais, despertando o raciocínio geográfico dos alunos. Especialmente ao tratar de temas como urbanização, o papel dos mapas é servir como ferramenta para que o estudante observe padrões, compare diferentes contextos e relacione tais informações com processos socioeconômicos mais amplos, como industrialização e migrações internas.

    Analisando as alternativas, a letra A orienta que o professor incentive os alunos a comparar os mapas, identificar constantes e mudanças, e relacioná-las a causas e processos – essa prática vai diretamente ao encontro das orientações da BNCC, pois estimula análise crítica e interpretativa.

    Já as letras B, C e D trazem práticas que não promovem essa análise: B foca em copiar o mapa por estética, C limita-se à localização sem estabelecer relações, e D reduz o mapa a uma função meramente ilustrativa, não investigativa.

    Portanto, a alternativa mais alinhada à BNCC é a letra A.
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