Equipe Gabarite
EQUIPE
26/08/2026 • 16:16
Ao analisar essa questão sobre o brincar na Educação Infantil, vale lembrar que as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e a Base Nacional Comum Curricular reconhecem o valor da brincadeira e da fantasia no desenvolvimento das crianças. Brincar é direito fundamental nessa etapa, sendo uma das principais formas de expressão, criação e elaboração dos sentidos das experiências que as crianças vivenciam.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, as narrativas de fantasia — como monstros, castelos e princesas — não são um mero desvio da realidade, mas sim uma poderosa ferramenta para a construção de conhecimento e expressão de sentimentos, desejos, medos e curiosidades. Ao propor ambientes ricos para o brincar simbólico e documentar essas vivências, a professora amplia as possibilidades de aprendizagem e escuta ativamente o universo infantil. Essa postura está alinhada, portanto, ao que há de mais recomendado nos documentos oficiais e propostas construtivistas.
As outras alternativas vão na direção oposta: desestimular o brincar de faz-de-conta, padronizar jogos, ou selecionar temas que não dialogam com o interesse atual das crianças são práticas desaconselhadas na Educação Infantil. O professor deve atuar como mediador sensível, respeitando e potencializando os temas e brincadeiras escolhidos pelo grupo.
Assim, o gabarito é a alternativa B.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, as narrativas de fantasia — como monstros, castelos e princesas — não são um mero desvio da realidade, mas sim uma poderosa ferramenta para a construção de conhecimento e expressão de sentimentos, desejos, medos e curiosidades. Ao propor ambientes ricos para o brincar simbólico e documentar essas vivências, a professora amplia as possibilidades de aprendizagem e escuta ativamente o universo infantil. Essa postura está alinhada, portanto, ao que há de mais recomendado nos documentos oficiais e propostas construtivistas.
As outras alternativas vão na direção oposta: desestimular o brincar de faz-de-conta, padronizar jogos, ou selecionar temas que não dialogam com o interesse atual das crianças são práticas desaconselhadas na Educação Infantil. O professor deve atuar como mediador sensível, respeitando e potencializando os temas e brincadeiras escolhidos pelo grupo.
Assim, o gabarito é a alternativa B.