Marcos de Castro
EQUIPE
25/08/2026 • 17:02
Vamos analisar a afirmação proposta pela questão sobre o debate curricular no Brasil. Em muitos momentos da história da educação brasileira, é verdade que as perspectivas técnicas, mais ligadas a uma visão instrumental do currículo, tiveram forte influência, principalmente durante os anos 1970 e 1980. Essas perspectivas tratam o currículo como algo fixo, determinado por especialistas, distante do contexto social dos estudantes.
No entanto, seria um equívoco afirmar que houve "pouca contribuição das perspectivas críticas". A partir das décadas de 1980 e 1990, especialmente com a redemocratização do país e a efervescência dos movimentos sociais, as teorias críticas ganharam força considerável. Autores brasileiros, como Paulo Freire, tiveram papel central na introdução de debates críticos, defendendo uma perspectiva de currículo que valoriza a pluralidade, o contexto do aluno e o questionamento das estruturas de poder e exclusão social. Esses pensamentos influenciaram políticas, pesquisas e práticas curriculares, encontrando eco em diversos espaços de discussão e elaboração curricular no Brasil.
Por isso, a afirmação de que houve “pouca contribuição das perspectivas críticas” não condiz com a realidade histórica do debate curricular brasileiro, tornando a alternativa errada a correta. O gabarito é letra B.
No entanto, seria um equívoco afirmar que houve "pouca contribuição das perspectivas críticas". A partir das décadas de 1980 e 1990, especialmente com a redemocratização do país e a efervescência dos movimentos sociais, as teorias críticas ganharam força considerável. Autores brasileiros, como Paulo Freire, tiveram papel central na introdução de debates críticos, defendendo uma perspectiva de currículo que valoriza a pluralidade, o contexto do aluno e o questionamento das estruturas de poder e exclusão social. Esses pensamentos influenciaram políticas, pesquisas e práticas curriculares, encontrando eco em diversos espaços de discussão e elaboração curricular no Brasil.
Por isso, a afirmação de que houve “pouca contribuição das perspectivas críticas” não condiz com a realidade histórica do debate curricular brasileiro, tornando a alternativa errada a correta. O gabarito é letra B.